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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Recém-nascido sofre com abstinência quando a mãe fuma na gravidez

Recém-nascido sofre com abstinência quando a mãe fuma na gravidez:
Estudo com mais de 50 bebês foi realizado nos Estados Unidos. Pediatras viram mudanças neurológicas iguais às de síndrome de abstinência.

Muito tem se estudado sobre os efeitos nocivos do cigarro durante a gestação. Evidências científicas apontam para o fato de que os efeitos farmacológicos da nicotina sobre o feto começam ainda na fase intra-uterina. Pesquisadores de Rhode Island, nos EUA, relatam os resultados de um estudo que buscou evidenciar alterações neurológicas e psíquicas em recém-nascidos causadas pela exposição à nicotina ainda no útero da mãe.



Foram estudados mais de cinqüenta bebes e suas mães, metade das quais era fumante. O nível de nicotina das mães fumantes foi determinado através do consumo relatado de cigarros e também através da dosagem da cotinina, um subproduto da nicotina na saliva materna.
Os bebês foram avaliados por pediatras que não sabiam se a mãe da criança era fumante ou não. Os médicos registraram níveis de excitabilidade e irritabilidade dos bebês, bem como sintomas gástricos, neurológicos e visuais. Após serem afastados os fatores que poderiam alterar os resultados, como uso de álcool pelas mães, associação com medicamentos ou drogas ilícitas, o resultado foi impressionante. Os bebês expostos a nicotina intra-útero apresentavam irritabilidade, hipertonicidade muscular e excitabilidade aumentadas, além de sinais neurológicos compatíveis com síndrome de abstinência de nicotina. Esse estudo é mais uma prova de que as mães em gestação não podem utilizar o cigarro. (FONTE: GLOBO.COM)

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