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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Um cigarro já é o suficiente para causar danos, diz estudo

Pesquisa observou aumento da concentração de substância prejudicial nos tecidos após o consumo de pouca quantidade de tabaco
Segundo um estudo apresentado no 77º encontro anual da American College of Chest Physicians (ACCP — Academia Americana de Cirurgiões Torácicos), o consumo de somente um cigarro já pode ser o suficiente para causar prejuízos na saúde de jovens.
Pesquisadores gregos promoveram um estudo envolvendo oito mulheres e oito homens com idade média de 23 anos e que fumavam menos de oito maços de cigarro por ano. O estudo observou que, após fumarem apenas um cigarro, a concentração de óxido nítrico nos tecidos das vias respiratórias dos participantes aumentou em 26%, enquanto os níveis de fração de óxido nítrico exalado diminuíram em 15,6%. A redução do fluxo de óxido nítrico é prejudicial à saúde.
Segundo Ubiratan de Paula Santos, pneumologista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), já se sabia que a taxa de fração de óxido nítrico exalado diminui em fumantes, mas os motivos para isso acontecer ainda são desconhecidos.
Saiba Mais:
ÓXIDO NÍTRICO
É um gás (NO) produzido no tecido por uma enzima chamada óxido nítrico sintetase. Sua produção é feita como resposta a processos inflamatórios, sendo mais comum em pessoas que têm asma, bronquite crônica e são expostas a poluição. Pode provocar a dilatação dos vasos e causar outras doenças.
FRAÇÃO EXALADA DE ÓXIDO NÍTRICO
É a porcentagem de NO presente no ar exalado por uma pessoa, que contém vários gases diferentes. Alguém exposto à poluição, por exemplo, apresenta essa fração aumentada. Entratando, em fumantes ela é diminuída, mas os motivos para isso acontecer são desconhecidos. [Fonte: UNIAD]

Fumante passa por cinco fases antes de decidir parar

Fantástico - Dr. Dauzio Varella
A tomada de decisão para largar o cigarro resulta de um processo que costuma levar anos ou décadas para se completar. Especialistas demonstram que, do ponto de vista didático, é possível reconhecer cinco estágios pelos quais a maioria dos fumantes passa antes de jogar fora o maço.
A primeira é a Fase de pré-contemplação, quando os fumantes não pensam em mudar seu comportamento e racionalmente veem mais vantagens em fumar do que deixar de fazê-lo. Já a Fase de contemplação acontece quando o fumante sente no corpo alguns problemas causados pelo fumo, tenta reduzir o número de cigarros, mas ainda não se convenceu completamente de que vale a pena ficar livre da dependência.
Na Fase de preparação, o fumante já sabe que o cigarro é seu inimigo, pensa seriamente em largar, mas ainda lhe falta coragem para adotar medidas radicais. É na Fase da ação que finalmente o fumante se confronta com sua condição de dependente e toma a decisão de parar. Muitos dos que estão nesta fase chegam a marcar data para fumar o último cigarro. Mas a etapa mais difícil é mesmo a Fase de manutenção, porque muitos hábitos associados ao fumo precisam ser modificados.
Agora, se houver recaídas, não há problema. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os fumantes fazem, em média, três ou quatro tentativas antes de conseguir parar de fumar definitivamente.[Fonte: UNIAD]

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Abaixo-Assinado Limite Tabaco - Participe!


A rede Por um Mundo sem Tabaco apoia o abaixo-assinado LIMITE TABACO.
O abaixo-assinado tem como objetivo propor limites definidos para as estratégias da indústria do tabaco para atrair o público jovem - principal alvo da indústria - ao consumo do cigarro.

A indústria do tabaco vem utilizando-se do conceito de liberdade para coibir novas regulações ao setor, desconsiderando os efeitos que a promoção de seus produtos têm junto às crianças e jovens. Aliás, ela tem procurado insistentemente se aproximar deles. 

Por isso, é tão importante que você assine este abaixo-assinado, para que ela tenha um limite em suas ações. Para que a sociedade imponha isto à ela. Assim, ficará cada vez mais difícil crianças e adolescentes serem seduzidos pela exposição e propaganda nos pontos de venda, pelo uso de aditivos, como sabores e aromas, para tornar o gosto do cigarro mais agradável às primeiras tragadas e pela busca incessante da indústria por novos consumidores. 

Os signatários.
Clique no Link Abaixo para Participar:
PETIÇÃO PÚBLICA



terça-feira, 23 de agosto de 2011

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO – 29 de agosto de 2011

DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO – 29 de agosto de 2011

O Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional de Câncer, articula as ações Nacionais de
Controle de Tabagismo com as Secretárias de Saúde Estaduais e Municipais, demais setores do
Ministério da Saúde, outros órgãos do governo e sociedade civil. As ações desenvolvidas têm
como objetivo a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco, entre essas,
as datas pontuais, que são como uma estratégia e grande oportunidade de sensibilização e
mobilização sobre tema específico do controle do tabaco para a população brasileira alertando
sobre os malefícios para a saúde e os danos sociais, políticos, econômicos e ambientais
ocasionados pelo tabaco.
O Dia Nacional de Combate ao Fumo é comemorado no dia 29 de agosto e foi criado através da
Lei Federal nº. 7.488 em 1986. Ao longo dos anos as comemorações das datas pontuais,
juntamente com o desenvolvimento de ações em diferentes segmentos, têm sido um grande
alicerce para a redução da prevalência de fumantes no Brasil, que apresentava 33% em 1989
(PNSN, 1989) e em 2008, caiu para 17,2% (PNAD,2009). O foco das mensagens tem sido
voltado para estimular a não experimentação dos produtos derivados do tabaco, a cessação de
fumar e proteção do não fumante da poluição tabagística ambiental.
Para a comemoração da referida data em 2011 foi escolhido como tema “os aditivos* em
cigarros”; a relevância do tema justifica-se por que :
1. Ao ratificar a Convenção-Quadro, o Estado Brasileiro assim como os demais Estados
Partes reconhece que:
“os cigarros e outros produtos contendo tabaco são elaborados
de maneira sofisticada de modo a criar e a manter a
dependência, que muitos de seus compostos e a fumaça que
produzem são farmacologicamente ativos, tóxicos,
mutagênicos, e cancerígenos, e que a dependência ao tabaco é
classificada separadamente como uma enfermidade pelas
principais classificações internacionais de doenças” (parágrafo
6o do preâmbulo da Convenção-Quadro).
2. O tabagismo é considerado uma doença pediátrica, pois quase 90% dos fumantes
regulares começam a fumar antes dos 18 anos de idade
3. No Brasil, o tabaco é a segunda droga mais consumida entre estudantes, como a porta
de entrada para o uso das drogas ilícitas. Dados de pesquisas nacionais mostram níveis
preocupantes na experimentação de cigarros e iniciação de adolescentes no tabagismo.
4. Evidências científicas e os próprios documentos da indústria do tabaco mostram que os
aditivos são usados pelos fabricantes para potencializar os efeitos farmacológicos da nicotina,
tornar o sabor das marcas mais palatável para os jovens aspirantes de fumantes, assim como
mascarar o sabor e o desconforto imediato da fumaça.
5. Os fabricantes têm a clara noção de que o primeiro contato dos adolescentes com o
cigarro é sempre ruim, devido ao efeito aversivo da nicotina e do sabor desagradável do tabaco.
Por isso, nos últimos anos a indústria do tabaco introduziu uma ampla gama de aromas e
sabores, em marcas e produtos específicos incluindo cigarros, charutos, tabaco sem fumaça,
kreteks, bidis e narguile. O desenvolvimento de produtos com aditivos para dar sabores
adocicados aos cigarros tais como açúcar mel, cereja, tutti-fruti, chocolate dentre outros
especialmente atrativos, buscam tornar o primeiro contato com o cigarro menos aversivo para
crianças e adolescentes, mascarando o gosto ruim do cigarro e facilitando a primeira tragada. Ou
seja, visam facilitar a experimentação abrindo o caminho para que se estabeleça a dependência e
o consumo regular.
6. Vários estudos indicam que os adolescentes são especialmente vulneráveis a esses
efeitos e têm uma maior probabilidade do que os adultos de desenvolverem dependência ao
tabaco.
7. Um grande investimento em marketing pela indústria do tabaco é direcionado a jovens e
minorias, com embalagens coloridas e designs elaborados. Ao tornarem os cigarros mais
palatáveis, atrativos ou com maior potencial de adição pelos consumidores, esses aditivos*
aumentam, conseqüentemente, a possibilidade de causar danos à saúde.
8. No Brasil, pesquisa realizada entre 2002 e 2005 pelo Instituto Nacional do Câncer
(INCA), em parceria com a Universidade Johns Hopkins, confirma a preferência de
adolescentes para os cigarros aromatizados. A pesquisa avaliou as características e magnitude
do uso dos cigarros flavorizados entre adolescentes (13.518 estudantes de 13 a 15 anos de 170
escolas) e adultos jovens (4460 estudantes universitários entre 17 e 35 anos, de duas
universidades públicas). Os resultados revelaram que o uso de cigarros flavorizados entre jovens
e adolescentes brasileiros é muito alto: 44% dos estudantes brasileiros, que fumam
regularmente, preferem os cigarros aromatizados (ambos os grupos).
9. A escolha do tema vem de encontro com a recente consulta pública da ANVISA nº 112
de 29 de novembro de 2010 –DOU de 30/11/2010, para substituição da RDC 46/2001 que
“dispõe sobre os teores de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono nos cigarros e a proibição
de aditivos* nos produtos derivados do tabaco e dá outras providências”. A Gerência dos
Produtos Derivados do Tabaco manifestou concordância na escolha do tema para a referida data
pontual.
Concluindo, considerando alguns aspectos apresentados resumidamente o tema proposto vem ao
encontro com o compromisso que o Governo Brasileiro assumiu ao ratificar a Convenção
Quadro para o Controle do Tabaco e dessa forma, alertar crianças, adolescentes, jovens e
população em geral sobre os cigarros com aditivos e estimular o não consumo destes produtos.
Aditivo*: qualquer substância ou composto, que não seja tabaco ou água, utilizada no processamento, na
fabricação e na embalagem de um produto fumígeno derivado do tabaco, incluindo os flavorizantes, os
aromatizantes e os ameliorantes.
·  Aditivos que possuem propriedades flavorizantes e aromatizantes, incluindo todos os
flavorizantes que confiram sabor e aroma mentolado, de bebidas, perfumes, colônias, e doces.
·  Aditivos com propriedades nutricionais, incluindo aminoácidos, vitaminas, ácidos graxos
essenciais, nutrientes minerais. Exceção para aqueles necessários para a manufatura dos produtos
derivados do tabaco.
·  Aditivos associados com alegadas propriedades estimulantes e revigorantes, incluindo-se a
taurina, o guaraná, a cafeína, e a glucuronolactona.
·  Pigmentos em geral.Exceção para aqueles utilizados no branqueamento do papel ou do filtro, ou
para imitar o padrão de cortiça no envoltório da ponteira.
·  Frutas, vegetais ou qualquer outro produto originado do processamento de frutas e vegetais.
Exceção para o carvão ativado e o amido.
·  Açúcares, adoçantes, mel, melado, sorbitol e assemelhados. Exceção para o amido
·  Temperos, ervas e especiarias.

29 de Agosto: Dia Nacional de Combate ao Tabagismo

Promova em sua escola e comunidade atividades de prevenção no Dia Nacional de Combate ao Tabagismo (29 de Agosto). Veja as sugestões do INCA e do Ministério da Saúde para esta data: Clique Aqui!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Philip Morris aciona Austrália devido a lei do maço genérico

A Philip Morris anunciou que pode perder bilhões de dólares se for aprovada uma lei australiana. Ela dará a todos os maços de cigarro um aspecto de produto “genérico”. E, por isso, a empresa resolveu mover uma ação contra o governo da Austrália.

A lei poderá será aprovada pelo Congresso australiano, por ampla maioria, em julho e entrará em vigor em 2012 (com um período de transição de seis meses).
Então, a Austrália será o primeiro país do mundo a banir logomarcas e outras ferramentas de marketing dos maços de cigarros. Todos os maços serão verde-oliva. E só trarão advertências e imagens gráficas sobre o mal que o cigarro pode fazer a saúde – além do nome, em letras “genéricas”, da marca.
De acordo com o Xinhuanews, da China, a divisão asiática da Philip Morris, que distribui as marcas Marlboro e Peter Jackson, populares na Austrália, alega que o governo australiano está quebrando um tratado de investimento bilateral entre a Austrália e Hong Kong da China.
A ação começa com uma “notícia de demanda” (notice of claim), que dispara um prazo de três meses para negociações. O caso (que poderia ser “Philip Morris v. Austrália") vai para arbitragem internacional, se as negociações falharem – e isso é o que se pode prever pela determinação das autoridades australianas.
A primeira ministra da Austrália, Julia Guillard, disse segunda-feira que “não será intimidada pela gigante do tabaco Philip Morris”. Declarou que “não vai voltar atrás, seja qual for a tática que a empresa usar – política, legal, influência sobre a comunidade ou pela via de public affairs”, noticia o Xinhuanews. “O governo sempre vai adotar medidas a favor da saúde pública da população. E essa é uma ação recomendada pela Organização Mundial de Saúde”, disse.
A Philip Morris está mobilizando todos os seus grupos de lobby no mundo para contra-atacar. Segundo o New York Times, parlamentares americanos já advertiram que a Austrália está violando suas obrigações de comércio internacional – o mesmo argumento da empresa.
As fabricantes de cigarros temem que, se a moda pega, muitos países vão aprovar legislação semelhante à da Austrália. “Vamos demandar uma compensação financeira significativa por prejuízos a nossos negócios”, disse em uma declaração a porta-voz da Philip Morris, Anne Edwards – usando a tática da ameaça.
A ministra da Saúde da Austrália, Nicola Roxon, disse que o governo está confiante de que tem uma base legal sólida para enfrentar a Philip Morris. E a briga vale a pena: 15 mil australianos morrem por ano, em decorrência de doenças relacionadas ao fumo.


Pesquisa em site revela que brasileiro aprova a medida:

O site JR News comandado pelo jornalista Heródoto Barbeiro, em pesquisa on line sobre a opinião do brasileiro sobre a lei australiana revelou que 70 por cento aprovam a medida. JR News
[Fonte: INCA]

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mensagens de telemóvel a incentivar quem tenta largar o tabaco surtem efeito, diz estudo

Um estudo realizado no Reino Unido sugere que enviar mensagens de telemóvel de apoio a quem esteja a tentar deixar de fumar pode chegar a duplicar a vontade do fumador em deixar o vício, escreve a BBC.

A investigação durou seis meses. Durante as primeiras cinco semanas, os fumadores recebiam cinco mensagens de incentivo por dia. No restante período de tempo, três mensagens semanais continuavam a apoiar os participantes na luta contra o vício.

As conclusões do estudo, levado a cabo pela London School of Hygiene and Tropical Medicine, indicam que 10,7 por cento dos voluntários deixaram de fumar impulsionados por mensagens de apoio como «hoje é o dia de deixar o vício para sempre».

Por oposição, os fumadores que tentavam largar o tabaco mas não receberam qualquer SMS de incentivo representam 4,9 por cento.

5.800 fumadores britânicos participaram na investigação.

As mensagens «ajudam as pessoas a resistir à tentação de fumar», conclui a investigadora Carolina Free perante os resultados do estudo. [Fonte: TVi24]

Segurança Pública discutirá mercado ilegal de cigarros

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou requerimento de realização de uma audiência pública para discutir o mercado ilegal de fumo no País. O debate ainda não tem data marcada.
Até maio deste ano, a Polícia Federal apreendeu mais de 2 milhões de dólares (cerca de R$ 3,4 milhões) em cigarros clandestinos no Brasil. Os números, no entanto, podem ser bem maiores, como avalia o deputado Enio Bacci (PDT-RS), um dos autores do pedido para a organização da audiência. "Nós temos registros apenas de grandes apreensões, de toneladas do produto em caminhões. Mas, diariamente, ‘contrabandistas-formiguinhas’ trazem o porta-malas do carro recheado com pacotes de cigarros - em poucos casos, são identificados pela Polícia", diz.
Bacci destaca que, em 2010, o mercado ilegal de cigarros fez com que o Brasil perdesse R$ 5 bilhões em arrecadação de impostos.
Paraguai
O deputado explica que os cigarros contrabandeados entram no País principalmente pela fronteira com o Paraguai. Citando reportagem recém-exibida pela TV Record, Bacci lembra que um em cada três cigarros consumidos no Brasil é oriundo do mercado clandestino paraguaio. O Paraguai, segundo o parlamentar, produz 20 vezes mais o produto do que a população paraguaia seria capaz de consumir.
Advogado com especialização na área criminal, Enio Bacci espera que a audiência pública possa indicar soluções possíveis para o problema. "É importante que o governo tenha noção de que sabemos que há uma grande campanha nacional de controle sobre o tabaco. Para que esse controle seja realmente viável, no entanto, é necessário que a mercadoria seja legal, de origem nacional e fiscalizada pela Anvisa. Hoje, não há fiscalização alguma sobre os cigarros contrabandeados”, afirma.
Convidados
Serão convidados para o debate o jornalista Marcelo Rezende, da TV Record, além de representantes do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, da Receita Federal, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, do Grupo de Proteção à Marca e da Fundação Getúlio Vargas. [Fonte: Câmara de Notícias]


terça-feira, 31 de maio de 2011

Novo site reúne dados oficiais sobre tabagismo

O Inca (Instituto Nacional de Câncer) lança nesta terça-feira um site reunindo informações sobre tabaco que estavam dispersas em diferentes órgãos do governo.


No Observatório da Política Nacional de Controle do Tabaco (www.inca.gov.br/observatoriotabaco) é possível encontrar estatísticas, informações sobre tratamentos para deixar o cigarro, ações judiciais e publicidade.

Para marcar o Dia Mundial sem Tabaco, o Inca e a ACT (Aliança de Controle do Tabagismo) vão iluminar o Cristo Redentor de vermelho.

Dia Mundial Sem Tabaco...

Doenças respiratórias crônicas representam a terceira causa de mortalidade por algum tipo de enfermidade no Brasil, atrás apenas dos problemas cardiovasculares e do câncer.


Oito em cada dez homens que morrem por doenças respiratórias crônicas no Brasil são fumantes, de acordo com estudo divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer – Inca - Nesta terça-feira, dia 31.
O índice é superior à média mundial, de cinco óbitos em cada dez. Entre as mulheres, seis em cada dez que morrem por doenças respiratórias crônicas são fumantes. A média mundial feminina é de dois óbitos em cada dez.
Dados indicam que um milhão de brasileiros, de ambos os sexos, foram diagnosticados com algum tipo de doença respiratória crônica associada ao cigarro. Fumantes a partir dos 30 anos sofrem 40% mais com essas doenças quando comparados aos não fumantes.
Segundo o Inca, as doenças respiratórias crônicas representam a terceira causa de mortalidade por algum tipo de enfermidade no Brasil – atrás apenas dos problemas cardiovasculares e do câncer. Em 2008, quatro brasileiros morreram a cada hora em razão de complicações respiratórias crônicas.
O estudo mostra ainda que pessoas consideradas dependentes severos da nicotina, quando comparadas aos chamados tabagistas leves, sofrem 85% a mais de problemas como enfisema pulmonar e bronquite.

Tabagismo passivo mata 7,5 mil brasileiros por ano!

Em relação ao tabagismo passivo, dados da Organização Mundial da Saúde – OMS indicam que 7,5 mil brasileiros morrem todos os anos devido à exposição ao cigarro.
Pais tabagistas que têm crianças e jovens com asma, por exemplo, expõem os filhos a cerca de 4.700 substâncias nocivas presentes na fumaça.
Adultos não fumantes que vivem em áreas urbanas e que são expostos ao tabagismo passivo também apresentam alto índice de diagnóstico de doenças respiratórias crônicas – 30% a mais do que os que não são expostos à fumaça. [Informações de Agência Brasil]

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