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Jogos do Programa Nacional de controle do Tabagismo

Saber Saúde (96MB - ZIP)

Abaixo-Assinado Limite Tabaco - Participe!


A rede Por um Mundo sem Tabaco apoia o abaixo-assinado LIMITE TABACO.
O abaixo-assinado tem como objetivo propor limites definidos para as estratégias da indústria do tabaco para atrair o público jovem - principal alvo da indústria - ao consumo do cigarro.

A indústria do tabaco vem utilizando-se do conceito de liberdade para coibir novas regulações ao setor, desconsiderando os efeitos que a promoção de seus produtos têm junto às crianças e jovens. Aliás, ela tem procurado insistentemente se aproximar deles. 

Por isso, é tão importante que você assine este abaixo-assinado, para que ela tenha um limite em suas ações. Para que a sociedade imponha isto à ela. Assim, ficará cada vez mais difícil crianças e adolescentes serem seduzidos pela exposição e propaganda nos pontos de venda, pelo uso de aditivos, como sabores e aromas, para tornar o gosto do cigarro mais agradável às primeiras tragadas e pela busca incessante da indústria por novos consumidores. 

Os signatários.
Clique no Link Abaixo para Participar:
PETIÇÃO PÚBLICA



Amigos, pais e baladas influenciam jovens a começar a fumar, diz estudo

Um levantamento feito com estudantes do ensino médio de escolas particulares da cidade de São Paulo constatou que muitos adolescentes experimentam o uso do cigarro aos 14 anos de idade, e os fatores que levam os jovens a começar a fumar varia entre homens e mulheres.

A pesquisa foi feita pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que ouviu 2.691 estudantes das escolas particulares, pertencentes às classes socioeconômicas A, B e C.

O estudo permitiu comprovar que a influência dos amigos, a relação com os pais e a presença dos jovens nas “baladas” são fatores importantes na iniciação ao cigarro. De acordo com a pesquisa, pais fumantes influenciam tanto meninos quanto meninas. “A relação dos jovens em casa também é um fator que se mostrou preponderante”, explica Zila Van der Meer Sanchez, uma das coordenadoras da pesquisa. “No caso das meninas, quanto menos atenção dos pais maior é o risco de ela começar a fumar. Já os meninos são influenciados pelos amigos e por uma eventual morte dos pais.”

Ainda de acordo com a pesquisa, o contato dos jovens do ensino médio com o cigarro ainda é esporádico. Entre os entrevistados, 14% tinham fumado pelo menos um cigarro nos últimos mês. A maioria usou o cigarro no máximo 5 dias no mês. Apenas 3% dos entrevistados fumavam todo dia.

Os dados da pesquisa foram coletados em 2008, antes do início da lei antifumo em São Paulo, que foi promulgada no ano seguinte. A prevalência do cigarro nas baladas mostrou que enquanto a chance de fumar entre os meninos aumentava em mais de 800% quando a frequência a baladas é intensa, nas meninas sobe para 1.400%.

O Cebrid prepara um novo levantamento sobre uso de tabaco, álcool e drogas entre os jovens. Os números preliminares mostram que no ensino médio das escolas públicas, por exemplo, a incidência é um pouco maior, de 17,5% comparada aos 14% registradas nas escolas particulares. E a iniciação ao cigarro nas escolas públicas se dá em média aos 13 anos e seis meses. [Fonte: G1]

O que a juventude está pensando e falando sobre o cigarro...

Bebê de dois anos fuma 40 cigarros por dia


Um bebê na Indonésia, com dois anos de idade, fuma 40 cigarros por dia. Enquanto ele brinca na motoca, aproveita para dar uma tragada. Foi o próprio pai quem deu o primeiro cigarro para a criança. Na época, ele tinha 18 meses.

A mãe do garoto acredita que ele está viciado. Ela contou ao jornal inglês "The Sun" que, quando não recebe os cigarros, bate a cabeça contra a parede. Já o pai afirma que o filho parece saudável. "Eu não vejo problema", disse.

No país, é comum crianças fumarem. O hábito do garoto custa mais de R$ 10 por dia para a família asiática. [Fonte: Yahoo Notícias]

Clique aqui para ver o vídeo do garoto fumando

Tabagismo no Alvo da Moda

Depois do sucesso da camiseta Câncer de Mama no Alvo da Moda - que já ganhou diversas edições especiais, inclusive da marca Hering - chegou a vez do câncer de pulmão entrar para o alvo da moda. Esta é a proposta do Cettro (Centro de Câncer deBrasília), que, desde 2003, cria camisetas antitabagistas como parte da campanha Sem Tabaco , 100% Fashion. Segundo o Cettro, o cigarro é a maior causa evitável de câncer, sendo responsável por mais de 30% dos casos da doença.

Este ano, a modelagem da camiseta ficou por conta de Renata Janiques, que venceu o concurso cultural que, anualmente, escolhe o próximo estilista da capital federal para desenhar o modelo da camiseta. Janiques fez dobradinha com o designer gráfico Pedro Henrique Garcia, que ficou com a parte de criaçãodo logo: um cigarro-bomba.

No alvo

Foi na moda que o Cettro achou a saída para alertar sobre os perigos do cigarro. "O objetivo é a contínua realização de ações deorientação da população em relação à prevenção dos cânceres vinculados aotabagismo", explica o oncologista Murilo Buso.

Segundo estatísticas, entre 1990 e 2002, o câncer de pulmão saltou de 4º para 2º lugar no ranking dos tumores que mais matam pacientes do sexo feminino no Brasil, perdendo apenas para o câncer de mama.

O valor integral obtido com a comercialização das peças será destinado ao Instituto de Apoio ao Portador de Câncer (IAPC), presidido por Zoraide Cauhy.

- O tumor de pulmão já e a segunda causa de morte por câncer entre as mulheres? - Mulheres que fumam e usam pílula anticoncepcional corrematé 10 vezes mais riscos de infarto do que aquelas que usam apenas o contraceptivo? - Fumar ainda aumenta os riscos de infertilidade, câncer de colo de útero e menopausa precoce? - As mulheres passaram a ocupar mais espaço entre as vítimas fatais do câncer de pulmão - doença diretamente ligada ao tabagismo? - Um estudo realizado em 10 capitais brasileiras mostrou que as meninas experimentam cigarro em maior proporção que os meninos? - Largar o vício do cigarro não engorda?
(Fonte:Yahoo Notícias)

GRAFITAGEM CONTRA O TABAGISMO


Internautas já podem escolher os melhores trabalhos do Festival da Grafitagem Contra o Tabagismo

A população já pode escolher, pela Internet, os melhores trabalhos do “Festival de Grafitagem: Todos Contra o Tabagismo”, que deverão ser premiados. São 25 artes que estão grafitados em muros de três locais estratégicos da Capital: próximo ao Busto de Tamandaré, na Praia de Tambaú; na alça da Avenida Beira Rio e no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, na Avenida Dom Pedro II.

Os trabalhos expostos nos muros foram fotografados e colocados na Internet. A escolha poderá ser feita até o dia 28 deste mês na página da Secretaria de Estado da Saúde (SES), no endereço www.saude.pb.gov.br . No dia 29, acontecerá a premiação dos vencedores.

Os 25 trabalhos foram selecionados entre os 43 inscritos por 18
grafiteiros, dentro do “Festival de Grafitagem, promovido pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), através da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).

Para Lourdes de Fátima Sousa, gerente operacional do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, esse trabalho em grafitagem é mais uma ação do Governo do Estado com o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre os malefícios do fumo. Segundfo ela, com isso, a SES espera conquistar mais aliados nas ações de combate e prevenção ao fumo.

De acordo com dados do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, a Paraíba possui 750 mil fumantes. O Estado é pioneiro em ações antitabagismo. Em 2008, foram registrados 196 casos de câncer de pulmão, 37 de boca, 49 de laringe, 48 de faringe e 205 de casos de câncer de estômago




























Internautas já podem escolher os melhores trabalhos do Festival da Grafitagem Contra o Tabagismo

A população já pode escolher, pela Internet, os melhores trabalhos do “Festival de Grafitagem: Todos Contra o Tabagismo”, que deverão ser premiados. São 25 artes que estão grafitados em muros de três locais estratégicos da Capital: próximo ao Busto de Tamandaré, na Praia de Tambaú; na alça da Avenida Beira Rio e no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, na Avenida Dom Pedro II.

Os trabalhos expostos nos muros foram fotografados e colocados na Internet. A escolha poderá ser feita até o dia 28 deste mês na página da Secretaria de Estado da Saúde (SES), no endereço www.saude.pb.gov.br . No dia 29, acontecerá a premiação dos vencedores.

Os 25 trabalhos foram selecionados entre os 43 inscritos por 18
grafiteiros, dentro do “Festival de Grafitagem, promovido pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), através da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).

Para Lourdes de Fátima Sousa, gerente operacional do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, esse trabalho em grafitagem é mais uma ação do Governo do Estado com o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre os malefícios do fumo. Segundfo ela, com isso, a SES espera conquistar mais aliados nas ações de combate e prevenção ao fumo.

De acordo com dados do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, a Paraíba possui 750 mil fumantes. O Estado é pioneiro em ações antitabagismo. Em 2008, foram registrados 196 casos de câncer de pulmão, 37 de boca, 49 de laringe, 48 de faringe e 205 de casos de câncer de estômago

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Brasil/Campanha antitabagista tem jovem como alvo

SÃO PAULO - A Organização Mundial de Saúde (OMS) contratou uma agência de publicidade brasileira para fazer campanha mundial contra o fumo. A missão da NovaS/B, de São Paulo, é dar uma resposta à atuação dos fabricantes de cigarro que têm direcionado sua publicidade para atrair o público jovem. A agência criou estratégias de marketing que comparam a indústria do cigarro a uma “rede do mal”. “O Brasil é exceção porque é um país que já adotou medidas para proibir a publicidade de cigarro. Mas o mundo globalizado, com a tecnologia que a gente tem hoje, não impede que ela esteja presente em todos os países de uma maneira tão forte quanto na época em que se tinha publicidade – afirma o publicitário Bob Vieira da Costa, da NovaS/B.

Uma das novas formas para despertar no jovem a vontade de fumar tem como base o YouTube, site da internet que compartilha vídeos em formato digital. “Quando você vê hoje no You Tube um jovem bonito fumando, ele agrega um baita de um glamour para o cigarro. A indústria conseguiu desenvolver, através do marketing, um conjunto enorme de possibilidades de chegar até o jovem”, explica Bob. Segundo ele, a campanha da OMS quer mostrar que o número de mortes pode aumentar muito. Entre 1901 e 2000 morreram por causa direta do cigarro cem milhões de pessoas em todo o mundo. No século XXI, poderão ser um bilhão.

Na campanha mundial, que já entrou no ar nas emissoras de TV do Brasil semana passada, os comerciais da OMS mostram uma pessoa morrendo na cama de um hospital por causa do cigarro e pergunta ao jovem brasileiro: sabe por que a indústria do cigarro quer você como cliente? Porque é um negócio: quando um consumidor morre, ela precisa de outro jovem para repor o cliente perdido. (AG)

Proibição do fumo em lugares públicos diminui vício entre adolescentes, diz estudo

Os jovens que moram em cidades onde é proibido fumar em lugares públicos, principalmente nos restaurantes, têm menos chance de se tornarem fumantes regulares, de acordo com estudo divulgado na edição de maio da revista americana "Archives of Pediatrics".

Os adolescentes entre 12 e 17 anos que crescem em um ambiente público para não-fumantes têm chances de fumar claramente inferiores às daqueles que vivem nos centros urbanos onde a legislação é mais permissiva, explica o doutor Michael Siegel, da Boston University of Public Health, responsável pelo estudo.
Na pesquisa, 9,3% dos adolescentes entre 12 e 17 anos se tornaram fumantes, independentemente da legislação relativa ao cigarro.
Nas cidades onde a proibição de fumar é parcial, ou inexistente, essa proporção varia de 9,6% a 9,8%, enquanto que, nas cidades onde ela é total, a variação não passa de 7,9%.
"As políticas que proíbem, estritamente, fumar nos lugares públicos parecem ser o meio mais eficaz para lutar contra o tabagismo dos jovens", defendem os pesquisadores.
Esse dispositivo antitabaco "altera a percepção segundo a qual os fumantes são dominantes na sociedade e questiona a aceitação social dessa prática. Ou seja, a passagem da iniciação ao cigarro para a dependência se explica, essencialmente, pelas normas sociais veiculadas", afirma Michael Siegel.
Em contrapartida, a proibição de fumar nos lugares públicos não tem efeito sobre a decisão, ou não, de acender o primeiro cigarro, uma escolha influenciada, sobretudo, pelo entorno dos jovens, acrescenta o responsável pelo estudo. No caso dos jovens entre 18 e 21 anos, essa proibição é ineficaz.
"Há um certo período durante o qual é possível influenciar o comportamento dos jovens (...), mas, depois de uma certa idade, é tarde demais", explica o pesquisador.
O estudo foi realizado com 3.834 jovens de Massachusetts (nordeste dos EUA), durante três séries de encontros entre 2001 e 2006. (Fonte: FolhaOnLine)

Tecnologia contra o cigarro...

Rugas podem ser decisivas para comprar cigarro no Japão:

Máquinas que vendem cigarros no Japão podem começar em breve a contar as rugas, o tamanho dos pés e outros detalhes da pele para verificar se quem está comprando tem idade suficiente para fumar.
A idade legal para fumantes no Japão é de 20 anos e, como forma de adequar as máquinas à nova regulamentação que começa a valer a partir de julho, uma empresa desenvolveu um sistema para identificar a idade baseado nos detalhes da face.
Para comprar o cigarro, o usuário precisará olhar para uma câmera digital na máquina. O sistema da Fujitaka vai comparar as características faciais do comprador com um banco de dados de cerca de 100 mil pessoas, afirma Hajime Yamamoto, um porta-voz da empresa.
"Com o reconhecimento facial, conforme as alterações no seu rosto, você poderá comprar cigarros como antes. Problemas menores, como de cartões de identificação emprestados, serão evitados", disse Yamamoto.
O governo japonês ainda precisa aprovar o novo método de identificação. No entanto, ainda há alguma preocupação quanto a precisão do sistema.
O porta-voz da empresa afirma que o sistema pode identificar corretamente cerca de 90% dos usuários. O restante, segundo ele, entrariam em uma "zona cinzenta", onde estariam jovens que parecem mais velhos e adultos com "rosto de bebê". Nestes casos, eles poderiam utilizar sua licença de motorista para comprar cigarro.
O número de jovens fumantes no Japão tem caído, mas dados do ministério da saúde de 2004 mostram que 13% dos homens e 4% das mulheres em idade escolar equivalente ao terceiro ano do ensino médio no Brasil --entre 17 e 18 anos-- fumam todos os dias.

Fumar e beber demais faz Alzheimer chegar quase dez anos mais cedo

Prevalência da doença na população aumenta de acordo com a idade. Iniciativas de saúde publica contra fumo e álcool poderiam acabar com 50% dos casos.

O excesso na hora de fumar e beber pode antecipar os sintomas do mal de Alzheimer em cerca de oito anos, afirma um estudo divulgado nesta quarta-feira (16). E, quanto mais cedo a doença chega, mais casos se somam nos hospitais, afirmam os médicos. “A prevalência do Alzheimer aumenta de acordo com a idade média dos pacientes. Segundo estimativas, ela dobra a cada cinco anos a partir dos 65 anos de idade”, explica o autor do estudo, o neurologista Ranjan Duara, do Centro Médico Monte Sinai, nos EUA. Ou seja, a prevalência do mal entre a população com 70 anos de idade é duas vezes maior do que a que existe entre os que têm 65 anos, e assim por diante. “Nosso cálculos indicam que se conseguissemos atrasar o aparecimento da doença em cinco anos em média, o número de casos cairia pela metade”, afirma o médico. É aí que entra a pesquisa, divulgada na Reunião Anual da Academia Americana de Neurologia, em Chicago, nos Estados Unidos. Se o elo for comprovado, ficam abertas as portas de uma excelente e simples medida de saúde pública contra o Alzheimer.

Campanhas
“Se os governos fizerem campanhas e as pessoas se conscientizarem que basta beber moderadamente e parar de fumar para se protegerem dessa doença tão assustadora, acredito que teríamos avanços consideráveis”, diz Duara. A pesquisa analisou 938 pessoas de mais de 60 anos diagnosticadas com Alzheimer “provável”. Os cientistas reuniram informações sobre esses pacientes e verificaram se eles eram portadores de uma variante do gene APOE, ligada a um aumento no risco de se desenvolver a doença –- e 27% deles eram. Além disso, 20% foram considerados fumantes abusivos, porque consumiam um ou mais maços de cigarro ao dia; 7% bebiam em excesso, mais de duas doses diárias. De todos os analisados, 17 indivíduos tinham os três fatores de risco: bebiam demais, fumavam demais e tinham o gene APOE. Neles, o Alzheiimer chegou cerca de 8,5 anos antes que nos demais – em média, os primeiros sintomas apareceram aos 68,5 anos. Havia também pessoas que não tinham nenhum desses fatores, um total de 374 – nelas, a doença surgiu, em média, aos 77 anos.

Benefícios moderados
Duara lembra que estudos anteriores informaram efeitos benéficos do consumo moderado de álcool, o que representa uma dose ao dia. “É um benefício que só surge com o consumo moderado. Assim que se torna exagerado, o álcool acelera o Alzheimer”, explica. Trabalhos que afirmaram que o cigarro teria um efeito protetor contra a doença erraram, segundo ele. “Não há nada que indique que o fumo tenha esse efeito. Pesquisas mais novas mostraram que fumar aumenta o risco de Alzheimer e demência em 50%”, diz ele. Além de pegar leve na bebida e parar de fumar, o neurologista recomenda também exercícios regulares e uma dieta saudável para diminuir as chances de se ter a doença. (Fonte: G1)

Ferrari abandona logo da Marlboro

Provavelmente, uma marca de cigarros jamais voltará a ser vista num carro de Fórmula 1. Outras equipes deram adeus ao seus grandes patrocínios da indústria de tabaco há alguns anos, já que uma lei proíbe esse tipo de propaganda na Europa e em grande parte do mundo. A Ferrari, no entanto, optou por renovar sua associação com a Philip Morris, e até há pouco utilizava o logo da Marlboro onde era possível, incluindo lugares como Mônaco e China. Mas recentemente no GP do Bahrain, onde leis locais teoricamente permitem a Ferrari à utilizar a marca, os dois carros da equipe italiana ao invés disso correram com os 'códigos de barra', no mesmo design da Marlboro, mas usando marcas brancas ao invés de letras e logos. De acordo com a revista 'Autoweek', a Ferrari confirmou que os logos da Marlboro "não aparecerão mais em seus carros". A Philip Morris teria decidido por usar o 'código de barros' permanentemente. O primeiro carro patrociando pela Marlboro foi a BRM e o Iso Marlboro-Ford em 1972, antes da famosa associação com a McLaren, e subsequentemente com a Ferrari. O atual contrato com a Ferrari, estimado em US$ 1 bilhão no total, expira em 2011.

Jovens que infartam e não param de fumar triplicam chances de novo episódio

Apesar de raros, os infartos entre os jovens costumam ser graves. Enviado especial traz as novidades do Congresso do Colégio Americano de Cardiologia.

Por: Luís Fernando Correia

Jovens que sofrem infarto e não param de fumar triplicam as chances de um novo infarto em dois anos.

Parar de fumar está entre as recomendações que qualquer paciente que tenha sofrido um infarto recebe ao sair do hospital. Segundo pesquisadores de Atenas, na Grécia, se o paciente que teve o infarto tiver menos de 35 anos e não parar de fumar suas chances de um novo infarto triplicam, quando comparadas aos que conseguem largar o vício. Apesar de raros, os infartos entre os jovens costumam ser graves. A mortalidade é muito alta nesses casos. Em 2005, no Brasil, foram 2.518 casos de infarto, entre 20 e 39 anos, com 1.859 mortes, ou seja, 73% de mortalidade, segundo o DATASUS. O trabalho grego, apresentado no Congresso do Colégio Americano de Cardiologia, em Chicago, retratou que no grupo estudado 95% dos pacientes jovens com infarto fumavam. Desses, 55% continuou fumando após a alta e 32% sofreram novo evento cardíaco em um ano, uma incidência três vezes maior do que a esperada. O trabalho deve servir de alerta para os cardiologistas, já que segundo a Organização Mundial da Saúde 16% dos adultos brasileiros fumam e, entre os menores de idade, já temos 17% de usuários do cigarro.

Crianças são vítimas do fumo passivo!


Iniciativa global para proteger crianças do fumo passivo:

É uma estatística surpreendente: 700 milhões de crianças - quase a metade dos jovens do mundo - respiram ar poluído pela fumaça de tabaco. As pessoas que fumam em espaços confinados, como dentro de casa ou no carro, submetem outras pessoas a uma mistura perigosa de toxinas, inclusive nicotina, monóxido de carbono e cianeto, mesmo quando as janelas estão abertas. O fumo passivo expõe crianças a riscos crônicos de saúde:- Aumenta o risco de um bebê morrer subitamente de causas inexplicáveis- Contribui para o peso baixo de nascituros e prejudica o desenvolvimento dos pulmões- Causa bronquite e pneumonia em adultos jovens- Aumenta o risco de infecções auriculares, asma, tosse e respiração ofegante entre crianças em idade escolarEssas ameaças à saúde ressaltam a necessidade de os pais protegerem as crianças do fumo passivo. Na primeira campanha global deste gênero, a International Union Against Cancer (UICC) [União Internacional Contra o Câncer] e membros do mundo inteiro conduzirão uma iniciativa para promover às crianças ambientes livres de fumo. A campanha "I love my smoke-free childhood" (Adoro minha infância livre de fumo) foi lançada no Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, com estas mensagens para os pais:- Evite fumar em casa ou no carro- Alerte as crianças para ficarem longe do fumo passivo ou de locais que permitem fumar- Ensine às crianças que não existe um nível seguro de fumo passivo- Não fume durante a gravidez ou perto de alguma mulher grávida- Use uma creche livre de fumo- Se você é fumante, pergunte ao médico como fazer para parar- Seja um modelo de comportamento para seu filho - não fumeEm apoio a essas mensagens, a UICC está publicando um relatório especializado de 40 páginas, "Protecting our children against secondhand smoke" [Protegendo nossos filhos contra o fumo passivo].A campanha "I love my smoke-free childhood" é o primeiro foco dentro da Campanha Mundial Contra o Câncer, um esforço qüinqüenal de prevenção do câncer lançado no Dia Mundial do Câncer de 2007. A Campanha oferece aos pais medidas simples para serem ulteriormente compartilhadas com as crianças na prevenção do câncer. (www.worldcancercampaign.org)"Quarenta por cento dos cânceres são evitáveis através de hábitos saudáveis. A primeira medida de prevenção é a educação, começando com pais e filhos. Cada história de sucesso significa menos vidas perdidas", diz Isabel Mortara, diretora executiva da UICC. "Os cânceres relacionados com o tabaco lideram a lista de mortes evitáveis, e centenas de milhares de pessoas que nunca fumaram morrem a cada ano de doenças causadas pelo fumo passivo. É por isto que esta iniciativa é tão importante".Além de objetivar individualmente as pessoas, a UICC encoraja os formadores de opinião a colocar o câncer nas agendas públicas. Um número crescente de países já adotou leis 100% livres de fumo, proibindo fumar em todos os espaços públicos fechados, sem exceção. A Irlanda foi o primeiro país a fazê-lo em 2004, seguida pelo Reino Unido, Nova Zelândia, Uruguai, Bermudas, Butão e Irã. Porto Rico e vários estados e cidades dos EUA adotaram também tais proibições. "Os países com leis 100% livres de fumo devem ser elogiados por seu legado em prol de famílias mais saudáveis. Nessas nações, a porcentagem de crianças expostas ao fumo passivo vem diminuindo com o tempo", diz o Dr. Franco Cavalli, presidente da UICC. "Embora tal tendência seja encorajadora, esta abordagem sozinha não protegerá as crianças do fumo passivo. É por isto que a educação dos pais é tão decisiva".No Dia Mundial Contra o Câncer, a UICC lançará um concurso global do desenho de uma placa indicativa de ambiente livre de fumo. O objetivo é o reconhecimento universal de uma placa "livre de fumo" para lares e carros. Pessoas físicas e agências criativas podem se inscrever. O trabalho artístico vencedor será anunciado em 5 de maio e ganhará US$5.000.
Fonte : PR Newswire

Indústria do cigarro atrai jovens e mulheres de países em desenvolvimento

O consumo de tabaco aumentará nos países em desenvolvimento como conseqüência da estratégia da indústria do fumo de captar jovens e sobretudo mulheres nessas nações, onde já se concentram 80% dos fumantes, revelou hoje um relatório da ONU.
O Brasil e o México são os dois países com mais fumantes na América Latina, enquanto em nível mundial estão Rússia e China.
O estudo é o primeiro da Organização Mundial da Saúde (OMS) que analisa os esforços internacionais para controlar a chamada "epidemia do tabaco", que mata 5,4 milhões de pessoas ao ano, e que em 2030 será responsável pela morte de oito milhões.
Segundo os dados atualizados do relatório, um bilhão de pessoas consomem cigarros. A fumaça polui o ar que metade das crianças do planeta respira.
A "epidemia" se encaminha com força para os países em desenvolvimento, onde em 2030 estarão quatro de cada cinco vítimas mortais do tabaco, segundo o órgão sanitário da ONU.
Os analistas da OMS responsabilizam a indústria do tabaco por essa situação porque suas campanhas são dirigidas aos jovens e, em particular, às mulheres desses países.
Segundo o estudo, a maioria das mulheres ainda não fuma, o que as transforma em um novo mercado potencial.
Por enquanto, a relação é de uma mulher fumante para cada três homens, "mas no grupo entre 13 e 15 anos essa proporção já é de um para um", revelou à Agência Efe Armando Peruga, um dos autores do relatório.
Nos países em desenvolvimento, é observada uma leve diminuição do número de homens fumantes e um pequeno aumento das mulheres.
Estima-se que, em 20 anos, ambos os grupos estejam fumando igualmente, segundo o estudo.
Armando Peruga afirmou que são "destacáveis" os esforços de Brasil e Chile na luta contra o tabaco na América Latina.
O analista da OMS afirmou, porém, que o Uruguai é atualmente o país-modelo na luta contra o fumo, por ter aplicado o maior número de medidas recomendadas pelo órgão (quatro, de um total de seis), o que resultou na diminuição de 30% da venda de cigarros.
Na Europa, Irlanda, Reino Unido, Noruega, Austrália e Nova Zelândia são os países mais avançados neste tema.
No entanto, a três anos da entrada em vigor da Convenção Internacional para o Controle do Tabaco (ratificada por 152 países), nenhum país adotou todas as medidas recomendadas pela OMS.
Em 40% dos países ainda é permitido fumar em hospitais e escolas, e em apenas 15 países a introdução de advertências nas embalagens de cigarros é obrigatória.
O avanço relativo dos países considerados ricos nesta luta se explica porque estes "sofreram primeiro a epidemia do tabaco e por isso começaram antes a tomar medidas para freá-la". "Nos países em desenvolvimento o fumo começa a se apresentar como um problema sério", explicou Peruga.
Tentando derrubar certos mitos, a OMS assegura em seu relatório que as áreas destinadas a fumantes em lugares públicos "menosprezam os benefícios dos ambientes livres de fumaça" e defende a eficácia da proibição da publicidade de cigarro, pois nos países onde foi feita, o consumo caiu cerca de 16%.
Nas empresas onde se proibiu o fumo, o consumo diminuiu 29% entre os funcionários, indica também o órgão.
Em relação aos impostos, a OMS afirma que aumentar o preço do cigarro em 70% poderia ser uma boa tática.
Segundo o relatório, caso o preço aumentasse em apenas 10%, o consumo cairia 4% nos países ricos, e 8% nos de renda média e baixa.
Atualmente, os impostos provenientes da comercialização de cigarros representam uma renda 500 vezes maior em relação ao que o mundo gasta no controle do fumo. (Fonte: YahooNotícias)

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