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A Última Tragada: Descubra Como Libertar Sua Saúde Agora!

 


A Jornada Rumo a uma Vida Sem Fumo: Estratégias Comprovadas e Apoio Constante

Parar de fumar é uma das decisões mais importantes e desafiadoras que uma pessoa pode tomar para a sua saúde. O tabagismo é uma doença crônica e a principal causa de morte evitável no mundo. No entanto, é um vício que pode ser superado com estratégias eficazes, apoio adequado e uma boa dose de motivação. Este artigo científico tem como objetivo apresentar dicas práticas e mensagens de encorajamento para auxiliar fumantes nessa jornada libertadora.


O Desafio da Nicotina: Por Que é Tão Difícil Parar?

A nicotina, presente no tabaco, é uma substância altamente viciante que atua diretamente no cérebro, liberando dopamina e gerando sensações de prazer e bem-estar. Com o tempo, o corpo se adapta a essa presença constante, desenvolvendo dependência física e psicológica. É por isso que parar de fumar frequentemente causa sintomas de abstinência, como irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e fissura pelo cigarro. Compreender que esses sintomas são temporários e fazem parte do processo é o primeiro passo para enfrentá-los.


Dicas Práticas para Deixar de Fumar

A boa notícia é que existem métodos e estratégias que aumentam significativamente as chances de sucesso.

  1. Marque uma Data para Parar: Escolha um dia no futuro próximo (ex: daqui a duas semanas) para ser o seu "Dia D". Use esse tempo para se preparar mentalmente e logisticamente.

  2. Identifique seus Gatilhos: Perceba em quais situações você sente mais vontade de fumar (ex: após o café, ao falar no telefone, em momentos de estresse). Conhecê-los é crucial para criar estratégias de enfrentamento.

  3. Desenvolva Estratégias de Lazer e Distração: Substitua o cigarro por outras atividades prazerosas e que ocupem sua mente e suas mãos.

  4. Busque Apoio Profissional: Médicos, psicólogos e programas de cessação do tabagismo oferecem suporte essencial, incluindo terapia de reposição de nicotina (adesivos, gomas) e medicamentos que podem reduzir a fissura e os sintomas de abstinência.

  5. Mantenha-se Ativo e Hidratado: A atividade física libera endorfinas que melhoram o humor e reduzem o estresse. Beber bastante água ajuda a eliminar toxinas e a manter a boca ocupada.

  6. Gerencie o Estresse de Outras Formas: O cigarro é frequentemente usado como válvula de escape para o estresse. Aprenda técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou hobbies.


Mensagens de Motivação e Apoio

A jornada é sua, mas você não está sozinho. Lembre-se destas mensagens para se manter firme:

Parar de fumar é um ato de amor-próprio e um investimento na sua saúde e qualidade de vida. O caminho pode ter seus desafios, mas os benefícios superam em muito qualquer dificuldade. Dê o primeiro passo e confie no processo. Você tem o poder de escolher uma vida sem fumo.

Pela primeira vez, estudo mostra os danos devastadores do cigarro

Fumantes que consomem um maço de cigarros por dia acumulam em média, a cada ano, 150 mutações a mais em cada célula do pulmão. Alterações levam ao câncer

Inúmeros estudos já indicavam que o cigarro causa 17 diferentes tipos de câncer, mas agora uma nova pesquisa mostra pela primeira vez os impactos devastadores causados pelo fumo no DNA humano. De acordo com o estudo, publicado na quinta-feira, na revista Science, os fumantes que consomem um maço de cigarros por dia acumulam em média, a cada ano, 150 mutações a mais em cada célula do pulmão, em comparação com os pacientes de câncer não fumantes.
De acordo com os autores do artigo, liderados por Ludmil Alexandrov, do Laboratório Nacional de Los Alamos (Estados Unidos), o novo estudo é o primeiro a investigar em larga escala os danos causados pelo fumo às células do corpo humano.
“Até agora, nós tínhamos um amplo volume de evidências epidemiológicas que ligavam o fumo ao câncer, mas agora podemos de fato observar e quantificar as alterações moleculares causadas pelo cigarro no DNA”, disse Alexandrov.

A pesquisa

A pesquisa demonstrou pela primeira vez como o cigarro leva ao desenvolvimento de tumores, ao provocar mudanças celulares nos tecidos expostos direta ou indiretamente à fumaça do cigarro. Além de medir a extensão dos genéticos, os cientistas também identificaram diversos mecanismos diferentes pelos quais o cigarro causa mutações no DNA dos fumantes, levando ao câncer. Para fazer a pesquisa, a equipe usou supercomputadores para analisar o genoma de mais de 5 mil amostras de células com câncer.
Embora a maior taxa de mutações tenha sido verificada nos pulmões, o estudo mostra que outras partes do corpo também apresentam mutações associadas ao fumo, explicando por que o cigarro causa tantos tipos diferentes de tumores. Nos fumantes, além das 150 alterações a mais nas células do pulmão, foram observadas 97 mutações a mais na laringe, 39 na faringe, 23 na boca, 18 na bexiga e seis em todas as células do fígado.
Segundo Alexandrov, ficou claro que as mutações causadas pelo cigarro levam ao câncer por diversos mecanismos diferentes. “Fumar cigarros danifica o DNA em órgãos diretamente expostos à fumaça, além de acelerar o relógio celular que controla as mutações nas células, afetando assim órgãos direta e indiretamente expostos à fumaça”, explicou o cientista.[Fonte: Veja.com]

Menino será colocado para adoção pois pais fumam demais


Reprodução

A Justiça do Reino Unido decidiu colocar para adoção um menino de dois anos por conta da relação de seus pais com o cigarro. Uma juíza avaliou que a casa onde ele vive com os parentes é uma ameaça ao seu bem estar.

Julie Allen, inspetora de saúde responsável pelo caso, afirmou à Justiça que a residência era tão tomada por fumaça de cigarro que ela mesma não conseguiu respirar no interior da casa. Tendo em vista essa avaliação, os pais perderam a guarda da criança.

Além da quantidade fora do normal de fumaça, a casa tinha muito lixo espalhado, sendo a maioria deles maços de cigarros vazios. Para piorar a situação, a criança é diagnosticada com problemas respiratórios e tem, inclusive, uso de inalador prescrito.[Fonte: Yahoo]

“O garoto dormia em um sofá e já enfrentava problemas de saúde por algum tempo. Tudo isso me levou a uma decisão difícil e inevitável, já que os riscos para a saúde da criança são enormes. A adoção é uma opção disponível”, afirmou a juíza Louise Pemberton.

Estudo mostra que 2/3 dos fumantes morrerão por causa do cigarro

Um amplo estudo com mais de 200 mil pessoas confirmou que dois a cada três fumantes morrerão de doenças relacionadas ao cigarro, caso continuem fumando. O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália, é a primeira evidência científica independente - isto é, não ligada a associações militantes -, com uma amostra populacional tão grande, a fornecer evidências de que a taxa de mortalidade ligada ao tabagismo chega a dois terços. O estudo foi publicado na revista científica BMC Medicine.

"Já sabíamos que fumar é ruim, mas agora temos uma prova direta e independente que confirma as preocupantes descobertas que têm surgido internacionalmente, disse a coordenadora do estudo, Emily Banks, pesquisadora da universidade australiana.

De acordo com ela, o estudo mostrou também que os fumantes têm um risco três vezes maior de morte prematura e que eles morrerão, em média, cerca de 10 anos antes dos não-fumantes.

Segundo os autores do estudo, até recentemente estimava-se que metade dos fumantes morreriam por causa do cigarro, mas um estudo posterior feito com voluntários da Sociedade Americana de Câncer já indicava que a morte pelo cigarro poderia atingir 67% dos fumantes. "Nós conseguimos mostrar exatamente o mesmo resultado com uma amostra populacional muito maior", disse Banks.

A pesquisa foi o resultado de uma análise de quatro anos das informações sobre a saúde de mais de 200 mil homens e mulheres que participaram do estudo "45 and Up", do Instituto Sax, da Austrália, considerado a maior pesquisa sobre saúde e envelhecimento realizada no Hemisfério Sul. 

A Austrália tem uma das mais baixas taxas de tabagismo do mundo - apenas 13% da população - e é líder internacional em embalagens genéricas de cigarro, quando as caixas e maços são padronizadas e não podem ter marcas, cores, imagens ou logotipos.

"Mesmo com as baixas taxas de tabagismo que temos na Austrália, nossa descoberta é um importante alerta de que a guerra contra o tabaco ainda não foi vencida - e os esforços para o controle do tabagismo precisam seguir adiante", disse Banks.

A pesquisa também apontou que, em comparação aos não fumantes, quem fuma apenas 10 cigarros por dia dobra o risco de morte, enquanto quem fuma um maço por dia aumenta o risco de morte de quatro a cinco vezes. O estudo, conduzido por uma equipe internacional, foi apoiado pela Fundação Nacional do Coração, da Austrália, em colaboração com o Conselho do Câncer de New South Wales.

O presidente do conselho, Kerry Doyle, afirmou que o governo australiano está no caminho certo para diminuir ainda mais as taxas de tabagismo, por meio de iniciativas como o aumento de impostos e a embalagem genérica.

"Os preços mais altos do cigarro têm se mostrado a intervenção mais eficaz disponível para todos os governos que queiram reduzir a demanda de tabaco. Como o tabagismo é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, incluindo enfarte, derrame e doença vascular periférica, quanto mais fatores de dissuasão as pessoas tiverem entre elas e o cigarro, melhor", disse Doyle. [Fonte: Yahoo Notícias]

Os mitos e verdades sobre parar de fumar

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. De acordo com dados do Inca, o Insituto Nacional do Câncer, o cigarro é o responsável pela morte de 7 brasileiros todos os dias.

Outros dados da OMS revelam que um quinto da população mundial é viciada em cigarro e um terço é tabagista passivo. Em média, os fumantes morrem 14 anos antes que os não fumantes, e metade dos tabagistas que não superam o vício, acabam morrendo por seu hábito.
O grande problema é que vencer tal vício não é algo tão fácil. A nicotina causa dependência e provoca alterações físicas, emocionais e comportamentais no fumante que após um tempo, passa a ter dificuldades para largar o cigarro. Outro fato relevante é que muitos fumantes, apesar de quererem parar de fumar, alegam que não sabem como conseguir.
Foto: Think Stock


O pneumologista Roberto Rodrigues Junior esclarece os principais mitos e verdades que envolvem o ato de parar de fumar.

O tabagismo não tem cura
Mito. O tabagismo é uma doença com vários tratamentos comprovadamente eficazes que podem levar a pessoa à cura, obtendo ganho potencial de até dez anos de vida e aumento na qualidade de vida.
Parar de fumar pode levar a pessoa a engordar.
Verdade, na maioria dos casos. As pessoas engordam de 3 a 6 kg temporariamente. Nem todas as pessoas engordam quando param de fumar. O que acontece é que, ao acabar com o vício do tabagismo, os sentidos do olfato e paladar ficam mais aguçados, os ex-fumantes sentem mais cheiros e sabores, deixando-os com desejo de comer mais. Além disso a nicotina aumenta a atividade metabólica do organismo. Por outro lado, as drogas utilizadas no tratamento ajudam a diminuir a fome. O ganho de peso deve ser controlado com reeducação alimentar e atividade física.
Mulheres têm mais dificuldade para parar de fumar do que os homens.
Verdade. As mulheres têm mais medo de ganhar peso com a interrupção. Cabe salientar que o tabagismo causa mais danos do que a obesidade, e portanto este argumento do ganho de peso não tem sustentação. As pessoas devem ser encorajadas a realizarem atividades físicas e buscarem uma dieta mais saudável, propiciando ainda mais qualidade de vida, já iniciada com a interrupção do fumo.
Mesmo quem fumou por muitos anos, pode recuperar a saúde ao parar de fumar.
Verdade. Parar de fumar sempre faz bem. Quando a pessoa larga o vício, recupera alguns anos de vida potencialmente perdidos se continuasse com o vício, e ganha muito em qualidade de vida. Quando a pessoa já está doente, parar de fumar auxilia na recuperação.
Foto: Think Stock


O ex-fumante pode ser apenas um fumante ocasional, se quiser.

Mito. O tabagismo é considerado uma doença e causa uma dependência séria pelo uso da nicotina, que é uma droga altamente viciante. O uso ocasional da droga é um passo certo para o consumo frequente.
Parar de fumar usando chiclete e ou adesivo de nicotina é trocar um vício por outro.
Mito. As drogas utilizadas no tratamento preconizado para o tabagismo são de uso por tempo limitado, de 3 a 6 meses.
É possível parar de fumar "de uma vez só", mas é mais difícil do que parar "aos poucos".
Mito. É possível parar com data marcada, desde que com o uso de tratamentos médicos para alcançar o objetivo.
Os pulmões se regeneram após parar de fumar.
Mito. O pulmão não se regenera, porém, as defesas do órgão não ficam mais inibidas e começam a agir. Com o decorrer do tempo, os ex-fumantes diminuem o risco de adoecimento por várias doenças, incluindo pneumonia, tuberculose e gripe.
Foto: Think Stock


Passar a usar os chamados cigarros "light" pode ajudar a parar de fumar. Tais cigarros são menos prejudiciais.

Mito. As diferentes linhas de cigarro são jogadas mercadológicas da indústria do tabaco, todos os tipos são prejudiciais. Alguns cigarros têm menor concentração de nicotina e as pessoas acabam fumando em maior quantidade para suprir o vício, ou seja, fumam mais.
Parar de fumar deixa a pessoa mais estressada.
Verdade. Pelo menos, a curto prazo. A nicotina aumenta o poder de concentração e, ao ser tragada, faz com que o corpo libere serotonina. É isso que dá a sensação de prazer aos fumantes, porém ela é momentânea. O ideal para quem deseja parar de fumar é buscar outras formas de obter prazer, como a prática de esportes, por exemplo.
Com força de vontade todos os fumantes podem largar o vício.
Mito. Algumas pessoas acreditam que só fuma quem não tem "vergonha na cara", mas não é verdade. O tabagismo é considerado uma doença e causa uma dependência séria pelo uso da nicotina, que é uma droga altamente viciante. Somente cerca de 5% das pessoas que desejam parar de fumar por conta própria, sem auxílio médico, continuam livres do cigarro após um ano da data de interrupção.[Fonte: Yahoo]

Fumar logo após acordar aumenta risco de câncer, revela estudo


               
Foto: Reprodução / EPTV 
Índices de NNAL foram menores em indivíduos que esperam pelo menos 30 minutos para fumar depois de acordar
Pessoas que fumam logo depois que acordam têm maior chance de contrair câncer de pulmão ou de boca, sugere um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, publicada nesta sexta-feira (29) no periódico “Cancer, Epidemiology, Biomarkers and Prevention”, quem consome cigarro imediatamente após acordar tem no sangue níveis mais elevados de NNAL, substância gerada quando o corpo humano processa o NNK, componente do tabaco que provocou câncer em diversos roedores em laboratório.
Esses níveis superam as taxas daqueles indivíduos fumantes que utilizam o cigarro pelos menos meia hora depois de acordar.
Para obter os resultados, os cientistas utilizaram dados de 1.945 participantes, todos fumantes adultos que forneceram amostras de urina para análise do NNAL. Os participantes também deram informações sobre o hábito do fumo, incluindo quanto tempo eles normalmente levam para utilizar o primeiro cigarro do dia.
Com isso, os estudiosos descobriram que 32% dos entrevistados fumavam seu primeiro cigarro cinco minutos após acordar; 31% fumavam pela primeira vez entre 6 minutos e 30 minutos após o despertar; 18% fumavam pela primeira vez no dia entre 31 minutos e 60 minutos após acordar e 19% fumavam depois de mais de uma hora.
As taxas de NNAL no sangue dos participantes foram correlacionadas com a idade dos indivíduos, além de dados como quando ele começou a fumar, seu sexo e se residia com outro fumante em uma mesma casa.[Correio do Estado]

Barreira ao tabaco



A tese de que a proibição de fumar em locais públicos tem influência direta na diminuição do número de crianças nascidas prematuramente foi fortalecida por uma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade Hasselt, da Bélgica.


A análise de 600 mil partos constatou três quedas sucessivas no número de bebês nascidos com menos de 37 semanas de gestação, sendo que cada redução ocorreu imediatamente após a entrada em vigor de leis antifumo mais restritivas. De acordo com a publicação científica British Medical Journal, essts tendências não foram encontradas em períodos anteriores às proibições.



O estudo ocorreu depois de uma pesquisa escocesa ter chegado a resultados semelhantes. No entanto, os escoceses não estabeleceram relação com as leis antifumo porque os partos prematuros começaram a diminuir antes da proibição. Já era conhecido o fato de que o hábito de fumar da mãe provoca redução de peso no bebê e aumenta o risco de nascimento prematuro. No estudo belga, os pesquisadores analisaram a taxa de partos prematuros após cada fase da lei antifumo implantada no país.



Lugares públicos e a maior parte dos locais de trabalho foram incluídos nas primeiras proibições, em 2006, seguidos pelos restaurantes, em 2007, e por bares que servem refeições, em 2010. Descobriu-se que a taxa de prematuros caía a cada fase da proibição.



Depois das fases de 2007 e 2010, os partos prematuros caíram cerca de 3% em cada período, o que corresponde a seis prematuros a menos em cada mil nascimentos. As mudanças não foram explicadas por outros fatores, como a idade e os status socioeconômico das mães, a poluição do ar ou epidemias de gripe. O estudo também não encontrou ligação entre as leis e o peso dos bebês.



“Como as proibições ocorrem em três momentos diferentes, pudemos mostrar que há um padrão consistente de redução do risco de partos prematuros. Isto sustenta a ideia de que as leis antifumo trazem benefícios à saúde pública desde os primeiros momentos da vida”, diz Tim Nawrot, que conduziu a pesquisa. [Fonte: AN]

Conheça as verdades e os mitos sobre a combinação de cigarro e café pela manhã


Consumir cigarro e café pela manhã todos os dias aumenta os danos à saúde. (Foto: EFE)


Para muitas pessoas é um ritual cotidiano. Elas afirmam que o cigarro e o café de manhã "têm sabor de glória". No entanto, os efeitos de consumir cafeína e nicotina no início do dia, são muito diferentes do que se acredita.

Em algumas pessoas a dependência à cafeína é tão forte que, ao consumi-la, elas não obtêm um benefício real com a primeira xícara de café, mas voltam a seus níveis básicos de alerta, segundo um estudo da Universidade de Bristol (UB) no Reino Unido.

"Parte da excitação prazerosa causada pela cafeína, consumida no começo da manhã, poderia provir do leve aumento da ansiedade que provoca", assinalou Peter Rogers, do departamento de psicologia experimental da UB.

Quem fuma imediatamente ao se levantar mostra níveis mais altos de nicotina em relação aos que esperam até o café da manhã para acender um cigarro, correndo assim mais risco de câncer de pulmão, segundo um estudo da Universidade de Penn State (EUA).

"Não sei começar o dia sem tomar uma xícara de café. Ela ‘recarrega minhas pilhas’ de manhã e seu aroma já começa a meestimular. Me aviva e levanta o ânimo. É a primeira coisa que faço, e não poderia passar sem tomá-la", diz Luis, um bancário de meia idade.

Ester, uma jovem profissional da publicidade que mantém um intenso ritmo de vida durante o dia todo, dorme com seu maço de cigarros na mesinha de cabeceira e acende um pouco depois de o despertador tocar. "O cigarro me inicia, o corpo pede. Preciso dele para começar a funcionar", afirma.

Para muitas pessoas, fumar e tomar café de manhã são atos quase reflexos, que consideram estimulantes e necessários. No entanto, as pesquisas nem sempre aprovam os supostos efeitos destas substâncias.

Ao contrário do que se acredita, o primeiro café realmente não nos aviva tanto como percebemos. A dependência à cafeína é tão forte que seus consumidores não obtêm um benefício real com a primeira xícara de café, segundo um estudo britânico.

Ao pesquisar 379 adultos com um consumo nulo/leve ou médio/alto de cafeína e quem não a tomou durante 16 horas, os pesquisadores da Universidade de Bristol comprovaram que os “viciados em café” desenvolvem uma tolerância aos efeitos estimulantes da cafeína, por isso que a substância só os devolve a seus níveis básicos de alerta, mas não os eleva.

A primeira xícara

"Embora os consumidores frequentes se sintam despertados ao ingerir a cafeína de manhã, essa sensação na realidade consiste em uma inversão dos efeitos fatigantes da abstinência aguda", segundo os psicólogos.

Então, o verdadeiro estímulo que os consumidores de café percebem, chegaria com a segunda xícara da manhã? Os pesquisadores ainda não o averiguaram, mas o que se sabe é que "parte da prazerosa excitação causada pela cafeína, poderia provir do leve aumento da ansiedade que provoca", assinalou Peter Rogers, do departamento de psicologia experimental de Bristol e diretor da pesquisa.

De acordo com outro trabalho, o cigarro pela manhã é o mais nocivo de todos os fumados durante o dia. As pessoas que costumam fumar imediatamente ao se levantar mostram níveis mais altos de nicotina que quem espera até o café da manhã para acender um cigarro, de acordo com um estudo de cientistas da Universidade de Penn State, nos Estados Unidos, que mediram os níveis de um subproduto nicotínico que reflete o risco de desenvolver um câncer pulmonar.

Por outro lado, as pessoas que costumam esperar para fumar meia hora depois de levantar mostram níveis mais baixos desta substância química denominada cotinina, independentemente do número de cigarros fumados.

"Quem fuma ao se levantar, uma conduta classificada como de alta dependência, deve usar estratégias mais intensivas que outros fumantes para deixar o hábito de forma sustentada ou permanente", assegurou o professor Joshua Muscat, que dirigiu o estudo.

Segundo os pesquisadores, o aumento do risco de câncer não se deve ao fato de consumir um cigarro na primeira meia hora do dia, mas sim porque este comportamento mostra que quem precisa fumar logo ao começar o dia apresenta uma forte dependência psicológica e física do tabaco e fuma mais cigarros. [Fonte: Yahoo]

INCA lança game sobre os malefícios do tabagismo


O projeto visa atingir crianças e jovens com idades entre 10 e 14 anos, consideradas como as  faixas etárias da experimentação de derivados do tabaco. 

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) lança, na próxima quinta-feira, dia 18, às 15h, o jogo "Agentes da Saúde: por um mundo livre do cigarro". Destinado para crianças e jovens dos 10 aos 14 anos, idade em que começam a experimentar derivados do tabaco. O game online é ambientado na cidade e no campo, tratando da influência da indústria na sociedade. O lançamento será no Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz, durante a 9a. Semana de Ciência e Tecnologia. 

O jogo dá continuidade ao tema do Dia Nacional de Combate ao Câncer, celebrado todo mês de agosto, e trata de forma didática a influência da indústria do tabaco na sociedade, abordando a fumicultura e os malefícios causados ao ambiente e ao agricultor. Além de pontuar assuntos como as doenças causadas aos fumantes, a influência da indústria do tabaco nos jovens e a venda de cigarros com aromas e sabores em locais específicos para a faixa etária. 

O game, financiado pela Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), ficará hospedado no site do INCA e disponível para acesso via internet. Desenvolvido em HTML 5, o "Agentes da Saúde: por um mundo livre do cigarro" poderá ser jogado em PC, Mac, tablets, iPhones e celulares com sistema operacional Android. 

Exposição sobre o controle do tabaco no Brasil também estará na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia na Fiocruz 

A dobradinha INCA e Fiocruz, também durante a nona edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012, reabre para visitação do público, a exposição "O controle do tabaco no Brasil: uma trajetória". 

Por meio de 22 painéis fotográficos, expostos também no Museu da Vida, a exposição apresentará os esforços da saúde pública contra os estímulos à prática de consumir cigarros. Serão expostas campanhas criadas por órgãos governamentais preocupados com os malefícios decorrentes do consumo prolongado do tabaco, além de mostrar as estratégias usadas pela indústria tabagista para seduzir milhões de pessoas ao longo de décadas. Cartazes sofisticados, jingles encantadores, propagandas televisivas bem-elaboradas e inserções no cinema são algumas das estratégias que serão exibidas. 

A exposição aponta também evidências históricas de como o consumo do tabaco se tornou cada vez mais intenso com aos processos de industrialização e o crescimento urbano. As mudanças incentivaram os brasileiros, dos mais diferentes segmentos sociais, a utilizar diferentes formas de tabaco, desde os mais caros charutos e cachimbos, passando pelos rapés e fumos de rolo, até os mais baratos e nocivos cigarros de rápido consumo. 

Nos últimos dez anos, o tabaco matou 50 milhões de pessoas no mundo. É responsável por mais de 15% de todas as mortes de homens adultos e por 7% das mortes de mulheres. No Brasil, um em cada cinco homens e uma em cada dez mulheres morrem devido ao fumo. 

Em 2011, o Brasil gastou 21 bilhões de reais no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao tabaco. O valor equivale a 30% do orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e foi 3,5 vezes superior ao arrecadado pela Receita Federal com produtos derivados do tabaco. 

Ciência e Tecnologia 

A nona edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012 ocorre de 15 a 21 de outubro, e tem como tema Economia Verde, Sustentabilidade e Erradicação da Pobreza, escolhido durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada em junho na capital fluminense. A Semana é uma atividade nacional coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em colaboração com instituições de pesquisa e ensino de todo o País. 

No evento, a Fiocruz vai oferecer cerca de 20 atividades, entre palestras científicas e exposições, para debater formas de promover o desenvolvimento social e ambiental sustentável. Também serão abordadas ações que possam auxiliar na erradicação da pobreza e na redução das desigualdades sociais. 

De acordo com Luisa Massarani, diretora do Museu da Vida da Fiocruz, as atividades são para o público de todas as idades: “Esta semana vamos fazer uma série de atividades bem legais na Biblioteca de Manguinhos, em colaboração com a população. Vamos ter uma série de sensibilizações sobre sustentabilidade, ciência e saúde, além da distribuição de material educativo e da organização de bate-papos". 

Segundo a diretora, as pesquisas feitas na Fiocruz têm um aplicação muito grande para a qualidade de vida da população. “A gente quer ir muito além de apenas fazer propagandas das nossas pesquisas. Queremos sensibilizar as pessoas sobre a importância da ciência e da saúde no bem-estar da população, queremos sensibilizar as comunidades sobre a importância desses temas, e a Fiocruz tem um papel fundamental nisso”, ressaltou. 


MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A PROGRAMAÇÃO 

Lançamento do Jogo "Agentes da Saúde: por um mundo livre do cigarro" 
Local: Museu da Vida - Fiocruz 
Endereço: Av.Brasil, 4365, Manguinhos, Rio de Janeiro 
Data e horário: 18/10, quinta-feira, às 15h. 
  
Exposição “O controle do tabaco no Brasil: uma trajetória” 
Casa de Oswaldo Cruz (COC) em parceria com o Instituto do Câncer (Inca) 
Local: centro de recepção do Museu da Vida 

Exposição dirigida a jovens e adultos sobre os malefícios do tabaco e as campanhas de saúde pública voltadas para o controle do tabagismo no Brasil 
Dias: de 17 a 20 de outubro 
Horários: das 9h às 16h30, de terça a sexta; e das 10h às 16h, no sábado 
Faixa etária: a partir de 14 anos 


Fontes: INCA, Fiocruz e Agência Brasil (Portal EBC)

Cigarro na novela das sete chama a atenção


Cena com cigarro impressiona
Não se vê mais tanto cigarro na TV como antigamente e é justamente por isso que uma rápida cena de 'Guerra dos Sexos' na última terça-feira (9/10/12), na qual a personagem Manoela (Guilhermina Guinle) apareceu fumando, chamou tanto a atenção e virou assunto nas redes sociais.
O que atualmente é chocante e descabido, principalmente em plena novela das sete, antigamente era muito comum. O cigarro era a marca registrada dos personagens refinados e sensuais e também ajudou a construir muitos vilões.
Além da veiculação de comerciais de cigarro em meios de comunicação estar proibida desde o ano 2000, o tabaco também foi abandonado pelos autores de novelas. O motivo é óbvio: propaganda indireta.
Será que a moda está de volta? Tomara que não! [Fonte: Yahoo]

Ele é fumante? Cuidado!


Cheiro de cigarro não é nada afrodisíaco e gosto de cigarro muito menos. Para piorar toda nossa relação com o fumo, uma pesquisa diz que homens que fumam podem ter o pênis encolhido.
Pode parecer absurdo, mas o argentino Aníbal Litvin diz no livro "369 Curiosidades sobre sexo" que homens que fumam podem ter o pênis encurtado em quase um centímetro!
Os cientistas do Instituto de Andrologia do Centro para Medicina Reprodutiva, em Lexington, apontam que outro problema é a performance na "hora H", os fumantes têm menos desejo sexual, podendo até chegar à impotência.
A explicação para isso é que os efeitos do cigarro atingem as artérias do corpo, causando obstruções na circulação, entupindo os vasos sanguíneos e atrapalhando a capacidade erétil do pênis.
Outra dificuldade dos homens que fumam é a reprodução. O vício pode deteriorar a qualidade do esperma e tornar mais difícil ter filhos.[Fonte: Yahoo]

Multidões não sabem que o cigarro eleva risco de doenças, diz estudo


  • Um enorme contingente de pessoas em vários países ainda não relacionam o risco de ter doenças do coração em decorrência do hábito de fumar e pelo fumo passivo. É o que concluiu um relatório divulgado nesta sexta-feira (20) em um congresso de cardiologia em Dubai.

    O relatório, intitulado "Danos cardiovasculares do consumo de tabaco e fumo passivo", foi encomendado pela Federação Mundial do Coração e escrito pelo Projeto Internacional de Controle ao Tabaco (ITC Project, na sigla em inglês), em colaboração com a Iniciativa Sem Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Segundo o relatório, metade de todos os fumantes chineses e um terço dos fumantes indianos e vietnamitas não sabem que fumar provoca doenças do coração.

    Em uma ampla gama de países, incluindo Índia, Uruguai, Coreia do Sul e Polônia, cerca de metade de todos os fumantes - e mais de 70% de todos os fumantes chineses - não sabem que fumar aumenta o risco de derrames. A pesquisa não abordou a população brasileira.

    A conscientização do risco do fumo passivo é ainda menor. No Vietnã, quase 90% dos fumantes e não fumantes não sabem que o fumo passivo causa doenças cardiovasculares. Na China, 57% dos fumantes e não fumantes não estão cientes da ligação.

    Mesmo em países com sistemas bem desenvolvidos de saúde e regulação de controle do tabaco - como Canadá, Reino Unido, Estados Unidos e Austrália - entre um terço e metade dos fumantes não sabe que o fumo passivo pode prejudicar a saúde cardiovascular.

    Segundo o professor Geoffrey T. Fong, da Universidade de Waterloo, no Canadá, e principal autor do Projeto ITC, o relatório faz a relação entre o amplo desconhecimento dos riscos do tabagismo com os altos níveis de prevalência do hábito.

    “Nossa pesquisa mostra que os riscos do uso do tabaco para a saúde pulmonar são amplamente aceitos. Mas precisamos atingir o mesmo nível de conhecimento e consciência de que o uso do tabaco pode causar doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença vascular periférica e que o fumo passivo pode causar ataque cardíaco”, afirma.

    Fong alerta que os aviso de saúde inseridos em embalagens de cigarro em alguns países não citam os perigos do fumo passivo.

    “Aumentar o conhecimento desses riscos específicos de saúde ajudará a incentivar os fumantes a parar e ajudar os não-fumantes a se protegerem. Portanto, a sensibilização é um passo importante na redução da exposição das pessoas à fumaça do tabaco", reitera.

    A exposição ao fumo passivo aumenta o risco de doenças cardíacas em 25% e mais de 87% das mortes de adultos em todo o mundo causadas pelo fumo passivo são atribuíveis à doenças cardiovasculares, segundo o relatório.

    A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte no mundo, matando 17,3 milhões de pessoas a cada ano. Ao todo, 80% destas mortes ocorrem em países de baixa e média renda, que estão cada vez mais sendo alvo da indústria do tabaco.

    O uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo provoca cerca de um décimo de todas as mortes por doenças cardiovasculares. Mesmo fumar alguns cigarros por dia aumenta significativamente o risco de ter essa doença, diz o relatório.

    Douglas Bettcher, diretor da iniciativa da OMS, observou que o relatório fornece prova conclusiva de que o nível de informação sobre os males cardiovasculares do uso do tabaco e do fumo passivo ainda é insuficiente e, portanto, campanhas de mídia de massa e avisos são urgentemente necessários.

    “Espero que este relatório aumente o senso de urgência dos líderes mundiais e da comunidade de saúde pública (...). Isso significará a diferença entre a vida e a morte de quase seis milhões de pessoas a cada ano", alerta.

  • Autor:G1 - Fonte: OBID/SENAD.

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