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domingo, 15 de setembro de 2013

Os mitos e verdades sobre parar de fumar

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. De acordo com dados do Inca, o Insituto Nacional do Câncer, o cigarro é o responsável pela morte de 7 brasileiros todos os dias.

Outros dados da OMS revelam que um quinto da população mundial é viciada em cigarro e um terço é tabagista passivo. Em média, os fumantes morrem 14 anos antes que os não fumantes, e metade dos tabagistas que não superam o vício, acabam morrendo por seu hábito.
O grande problema é que vencer tal vício não é algo tão fácil. A nicotina causa dependência e provoca alterações físicas, emocionais e comportamentais no fumante que após um tempo, passa a ter dificuldades para largar o cigarro. Outro fato relevante é que muitos fumantes, apesar de quererem parar de fumar, alegam que não sabem como conseguir.
Foto: Think Stock


O pneumologista Roberto Rodrigues Junior esclarece os principais mitos e verdades que envolvem o ato de parar de fumar.

O tabagismo não tem cura
Mito. O tabagismo é uma doença com vários tratamentos comprovadamente eficazes que podem levar a pessoa à cura, obtendo ganho potencial de até dez anos de vida e aumento na qualidade de vida.
Parar de fumar pode levar a pessoa a engordar.
Verdade, na maioria dos casos. As pessoas engordam de 3 a 6 kg temporariamente. Nem todas as pessoas engordam quando param de fumar. O que acontece é que, ao acabar com o vício do tabagismo, os sentidos do olfato e paladar ficam mais aguçados, os ex-fumantes sentem mais cheiros e sabores, deixando-os com desejo de comer mais. Além disso a nicotina aumenta a atividade metabólica do organismo. Por outro lado, as drogas utilizadas no tratamento ajudam a diminuir a fome. O ganho de peso deve ser controlado com reeducação alimentar e atividade física.
Mulheres têm mais dificuldade para parar de fumar do que os homens.
Verdade. As mulheres têm mais medo de ganhar peso com a interrupção. Cabe salientar que o tabagismo causa mais danos do que a obesidade, e portanto este argumento do ganho de peso não tem sustentação. As pessoas devem ser encorajadas a realizarem atividades físicas e buscarem uma dieta mais saudável, propiciando ainda mais qualidade de vida, já iniciada com a interrupção do fumo.
Mesmo quem fumou por muitos anos, pode recuperar a saúde ao parar de fumar.
Verdade. Parar de fumar sempre faz bem. Quando a pessoa larga o vício, recupera alguns anos de vida potencialmente perdidos se continuasse com o vício, e ganha muito em qualidade de vida. Quando a pessoa já está doente, parar de fumar auxilia na recuperação.
Foto: Think Stock


O ex-fumante pode ser apenas um fumante ocasional, se quiser.

Mito. O tabagismo é considerado uma doença e causa uma dependência séria pelo uso da nicotina, que é uma droga altamente viciante. O uso ocasional da droga é um passo certo para o consumo frequente.
Parar de fumar usando chiclete e ou adesivo de nicotina é trocar um vício por outro.
Mito. As drogas utilizadas no tratamento preconizado para o tabagismo são de uso por tempo limitado, de 3 a 6 meses.
É possível parar de fumar "de uma vez só", mas é mais difícil do que parar "aos poucos".
Mito. É possível parar com data marcada, desde que com o uso de tratamentos médicos para alcançar o objetivo.
Os pulmões se regeneram após parar de fumar.
Mito. O pulmão não se regenera, porém, as defesas do órgão não ficam mais inibidas e começam a agir. Com o decorrer do tempo, os ex-fumantes diminuem o risco de adoecimento por várias doenças, incluindo pneumonia, tuberculose e gripe.
Foto: Think Stock


Passar a usar os chamados cigarros "light" pode ajudar a parar de fumar. Tais cigarros são menos prejudiciais.

Mito. As diferentes linhas de cigarro são jogadas mercadológicas da indústria do tabaco, todos os tipos são prejudiciais. Alguns cigarros têm menor concentração de nicotina e as pessoas acabam fumando em maior quantidade para suprir o vício, ou seja, fumam mais.
Parar de fumar deixa a pessoa mais estressada.
Verdade. Pelo menos, a curto prazo. A nicotina aumenta o poder de concentração e, ao ser tragada, faz com que o corpo libere serotonina. É isso que dá a sensação de prazer aos fumantes, porém ela é momentânea. O ideal para quem deseja parar de fumar é buscar outras formas de obter prazer, como a prática de esportes, por exemplo.
Com força de vontade todos os fumantes podem largar o vício.
Mito. Algumas pessoas acreditam que só fuma quem não tem "vergonha na cara", mas não é verdade. O tabagismo é considerado uma doença e causa uma dependência séria pelo uso da nicotina, que é uma droga altamente viciante. Somente cerca de 5% das pessoas que desejam parar de fumar por conta própria, sem auxílio médico, continuam livres do cigarro após um ano da data de interrupção.[Fonte: Yahoo]

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Curso Gratuito Sobre Tabagismo!!!


New: A Course for Healthcare Professionals

The Institute for Global Tobacco Control is pleased to announce the launch of a new free online course on tobacco control, "Learning from the Experts: A Course for Healthcare Professionals."

This course will prepare healthcare professionals to promote tobacco control efforts within their communities and beyond.

The course is available in Arabic, Chinese, English, French, Portuguese, Spanish, Russian, and Vietnamese.

Online Training: New Languages

Global Tobacco Control: Learning from the Experts, a free course offering a broad introduction to tobacco control, is now available in Vietnamese and Portuguese.

The course is already offered in Arabic, Chinese, English, French, Spanish, and Russian.

Copyright 2013 Institute for Global Tobacco Control, All rights reserved. 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cigarro mentolado é mais difícil de largar, diz estudo

Os reguladores americanos publicaram nesta terça-feira uma revisão científica de dados, mostrando que os cigarros mentolados são mais difíceis de largar do que os normais.
Nesse sentido, solicitaram informação pública sobre uma possível proibição desse produto.
Os cigarros de sabor mentolado não estão vinculados a um maior risco de doença, mas representam "um risco de saúde maior do que os observados nos cigarros não mentolados", afirmou a FDA, agência que administra os alimentos e os remédios nos EUA.
A FDA afirmou que "busca informação adicional que ajude a agência a tomar decisões mais bem informadas sobre os cigarros mentolados" e, com esse objetivo, abre um período de 60 dias para receber comentários públicos relacionados a "possíveis opções regulatórias".
A revisão independente da FDA e a literatura científica disponível mostra que os novos fumantes preferem "substancialmente" os cigarros mentolados.
Os fumantes desse tipo de cigarro têm mais probabilidade de fumar seu primeiro cigarro cinco minutos depois de acordarem, o que sugere que o sabor mentolado está vinculado a uma "dependência maior", declarou a FDA.
Além disso, para os fumantes de mentolados, em especial os afro-americanos, foi mais difícil parar de fumar do que para aqueles que fumam cigarros normais.
"Isso é consistente com as observações de que os fumantes de cigarro mentolado parecem depender mais da nicotina do que os que não fumam mentolados, o que pode ser um importante fator para conseguir deixar de fumar", afirmou a revisão da FDA.
Os cigarros mentolados representam cerca de 25% do total de vendas nos EUA e são particularmente populares entre os jovens fumantes afro-americanos, como mostra a investigação.
"Os cigarros mentolados apresentam problemas de saúde pública", declarou a comissária da FDA, Margaret Hamburg.
"A FDA está comprometida com um enfoque baseado na ciência, que se ocupa das questões de saúde pública apresentadas pelos cigarros mentolados, e a opinião pública nos ajudará a tomar decisões mais (bem) informadas sobre como tratar desse importante assunto no futuro", completou.
A associação Campaign for Tobacco-Free Kids disse que a última revisão científica é "sólida" e comentou que "deve pressionar a FDA a reagir o mais rápido possível para proibir os cigarros mentolados nos EUA".
As descobertas reproduzem as do Comitê de Assessoramento Científico de Produtos de Cigarro da FDA, que em março de 2011 concluiu que eliminar o cigarro mentolado do mercado beneficiaria a saúde pública.
O consumo de cigarro mata mais de 400 mil pessoas anualmente nos Estados Unidos e custa US$ 96 bilhões à saúde pública, de acordo com dados da Campaign for Tobacco-Free Kids.[Fonte: Terra]

sexta-feira, 31 de maio de 2013

31 de Maio - Dia Mundial de Combate ao Tabagismo

RESISTA À TENTAÇÃO
DO CIGARRO

Cigarro refrescante. Cigarro doce. Cigarro cheiroso.
Isqueiros e pacotes de cigarros à mesma altura de
doces e balas em pontos de venda.

VOCÊ ACHA QUE ISSO É POR ACASO?

O Dia Mundial Sem Tabaco – 31 de maio – foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.
No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão do Ministério da Saúde que coordena as ações de prevenção e controle do câncer e Centro Colaborador da OMS para controle do tabaco, é o responsável pela divulgação e comemoração da data de acordo com o tema estabelecido a cada ano pela Organização.
As ações comemorativas são articuladas com as secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos 26 estados e Distrito Federal, envolvendo, também, a sociedade.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Fumar logo após acordar aumenta risco de câncer, revela estudo


               
Foto: Reprodução / EPTV 
Índices de NNAL foram menores em indivíduos que esperam pelo menos 30 minutos para fumar depois de acordar
Pessoas que fumam logo depois que acordam têm maior chance de contrair câncer de pulmão ou de boca, sugere um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, publicada nesta sexta-feira (29) no periódico “Cancer, Epidemiology, Biomarkers and Prevention”, quem consome cigarro imediatamente após acordar tem no sangue níveis mais elevados de NNAL, substância gerada quando o corpo humano processa o NNK, componente do tabaco que provocou câncer em diversos roedores em laboratório.
Esses níveis superam as taxas daqueles indivíduos fumantes que utilizam o cigarro pelos menos meia hora depois de acordar.
Para obter os resultados, os cientistas utilizaram dados de 1.945 participantes, todos fumantes adultos que forneceram amostras de urina para análise do NNAL. Os participantes também deram informações sobre o hábito do fumo, incluindo quanto tempo eles normalmente levam para utilizar o primeiro cigarro do dia.
Com isso, os estudiosos descobriram que 32% dos entrevistados fumavam seu primeiro cigarro cinco minutos após acordar; 31% fumavam pela primeira vez entre 6 minutos e 30 minutos após o despertar; 18% fumavam pela primeira vez no dia entre 31 minutos e 60 minutos após acordar e 19% fumavam depois de mais de uma hora.
As taxas de NNAL no sangue dos participantes foram correlacionadas com a idade dos indivíduos, além de dados como quando ele começou a fumar, seu sexo e se residia com outro fumante em uma mesma casa.[Correio do Estado]

segunda-feira, 18 de março de 2013

Barreira ao tabaco



A tese de que a proibição de fumar em locais públicos tem influência direta na diminuição do número de crianças nascidas prematuramente foi fortalecida por uma nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade Hasselt, da Bélgica.


A análise de 600 mil partos constatou três quedas sucessivas no número de bebês nascidos com menos de 37 semanas de gestação, sendo que cada redução ocorreu imediatamente após a entrada em vigor de leis antifumo mais restritivas. De acordo com a publicação científica British Medical Journal, essts tendências não foram encontradas em períodos anteriores às proibições.



O estudo ocorreu depois de uma pesquisa escocesa ter chegado a resultados semelhantes. No entanto, os escoceses não estabeleceram relação com as leis antifumo porque os partos prematuros começaram a diminuir antes da proibição. Já era conhecido o fato de que o hábito de fumar da mãe provoca redução de peso no bebê e aumenta o risco de nascimento prematuro. No estudo belga, os pesquisadores analisaram a taxa de partos prematuros após cada fase da lei antifumo implantada no país.



Lugares públicos e a maior parte dos locais de trabalho foram incluídos nas primeiras proibições, em 2006, seguidos pelos restaurantes, em 2007, e por bares que servem refeições, em 2010. Descobriu-se que a taxa de prematuros caía a cada fase da proibição.



Depois das fases de 2007 e 2010, os partos prematuros caíram cerca de 3% em cada período, o que corresponde a seis prematuros a menos em cada mil nascimentos. As mudanças não foram explicadas por outros fatores, como a idade e os status socioeconômico das mães, a poluição do ar ou epidemias de gripe. O estudo também não encontrou ligação entre as leis e o peso dos bebês.



“Como as proibições ocorrem em três momentos diferentes, pudemos mostrar que há um padrão consistente de redução do risco de partos prematuros. Isto sustenta a ideia de que as leis antifumo trazem benefícios à saúde pública desde os primeiros momentos da vida”, diz Tim Nawrot, que conduziu a pesquisa. [Fonte: AN]

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

70% de casos de câncer de bexiga ligam-se a tabagismo


Fumo: o hábito é um dos principais fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer de bexiga
Cerca de 70% das pessoas que se tratam de tumores de bexiga revelaram histórico de tabagismo, que é um dos principais fatores de risco para a doença. O dado é do Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria Estadual de Saúde.
A secretaria informa também, em sua página na internet, que a pesquisa aponta que, do total de pacientes tratados com esse tipo de tumor, 50% chegam ao Icesp com diagnóstico tardio. O sinal clínico mais importante foi a presença de sangue na urina, que ocorreu como manifestação em 88% dos casos.

"Há diversos fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer, inclusive hereditários, mas é fato que o tabagismo é um hábito que pode auxiliar no desenvolvimento da doença e merece toda a nossa atenção", disse Marcos Dall´Oglio, coordenador da urologia do Icesp. [Fonte: Exame]

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