Fumantes ficam mais tempo desempregados, diz estudo

Verdade ou teoria da conspiração? Maioria dos desempregados é fumante ou fumantes são, na maioria, desempregados? É o que um estudo está investigando.
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra  que há mais fumantes entre os desempregados do que entre as pessoas que trabalham. Eles só não sabem dizer se o cigarro é a causa do desemprego ou se não trabalhar leva as pessoas a fumarem mais.

Segundo pesquisadores da Universidade Stanford, quem fuma e está procurando emprego tem mais dificuldade de se recolocar do que quem não fuma. O estudo foi realizado por meio do acompanhamento de  fumantes e não fumantes que procuravam emprego durante um ano.
Depois de acompanhar 217 pessoas que perderam o emprego, os pesquisadores chegaram à conclusão de que quem não fuma tem uma chance 30% maior de conseguir um novo trabalho do que os fumantes. 
Os fumantes não só ficam mais tempo desempregados, como ganham menos. Quem fumava e voltou a trabalhar ganha em média 5 dólares a menos por cada hora trabalhada do que seus colegas não fumantes , em um ano, são mais de 8 mil dólares de diferença.
É possível que a dificuldade dos fumantes no mercado de trabalho seja explicada em parte pelo alto custo que eles podem representar para os empregadores. O hábito de fumar é associado a maiores gastos com saúde, improdutividade e absenteísmo. [Fonte: Yahoo]

Plataforma digital expõe estratégias da indústria do tabaco no Brasil


Disponibilizar informações técnicas e documentos que evidenciem as estratégias utilizadas pela indústria tabageira para prejudicar o controle do tabaco no Brasil é um dos objetivos do Observatório Estratégias da Indústria do Tabaco. A plataforma digital está acessível para o público em geral e atende ao Artigo 5° da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) sobre o monitoramento das ações da indústria de tabaco. 
O Observatório é uma iniciativa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), a União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Respiratórias (The Union) e a Aliança para o Controle do Tabaco (ACT). 

Na plataforma, os documentos estão divididos por estratégia. Há também uma lista de pessoas de influência, como políticos, advogados, blogueiros, organizações ligadas à indústria do tabaco, além de notícias do setor. “Há um conflito fundamental entre os interesses da indústria do tabaco e a saúde pública", explica Silvana Turci, pesquisadora da Fiocruz. 

Conheça o Observatório clicando no link abaixo: 



Cordialmente 

POR UM MUNDO SEM TABACO
INCA - Instituto Nacional de Câncer
MP - DCT - Divisão de Controle do Tabagismo
) Tel.:+55 21 3207-6123, +55 21 3207-5977 

SP tem 16 internados por hora com doenças relacionadas ao cigarro

A cada hora, 16 pessoas são internadas no estado de São Paulo por causa do cigarro. Este número assusta, e mostra que mesmo quem não fuma acaba pagando por esta sobrecarga nos hospitais públicos. Só no estado de São Paulo, 19% das internações de pessoas com mais de 35 anos estão relacionadas às doenças causadas pelo cigarro. Por ano, o gasto com essas internações chega a R$ 380 milhões. 
Avisos não faltam. Basta dar uma lida no maço para descobrir que a cada tragada o fumante inala 4,7 mil substâncias tóxicas. A Organização Mundial da Saúde relaciona pelo menos 55 doenças ao cigarro. São problemas cardíacos, respiratórios, de circulação, e vários tipos de câncer. A consequência disso é um número muito alto de internações.
Um levantamento da Secretaria da Saúde de São Paulo revela que 19% do total de internações de pessoas com mais de 35 anos estão relacionadas a doenças causadas pelo cigarro. Isso significa dizer que, a cada hora, 16 pessoas são internadas em hospitais públicos do estado por causa do cigarro.
Uma pessoa em cada dez morre. As internações duram, em média, sete dias. E uma em cada dez pessoas acaba morrendo após esse período.
“Há uma pré-disposição individual muito grande. Então algumas pessoas levam mais tempo para desenvolver a doença. Mas é só uma questão de tempo. E algumas pessoas com 5 cigarros por dia já podem ter muito em breve doença”, diz Sílvia Von Tiesenhausen de Sousa Carmo, cardiologista.
A cidade de São Paulo é a segunda capital com o maior percentual de fumantes: 14,1%. Só perde para Porto Alegre, onde 16,4% é fumante. Fonte: G1

Narguilé

parece inofensivo, mas fumar narguilé é como fumar 100 cigarros.

Jogos do Programa Nacional de controle do Tabagismo

Saber Saúde (96MB - ZIP)

Oito anos depois, bebê fumante da Indonésia finalmente começa a ter vida normal

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Era 2007 quando o mundo todo ficou chocado com a rotina de Ardi Rizal. Morador da Indonésia, ele era apenas um bebê de dois anos, mas já fumava nada menos do que 40 cigarros por dia. Oito anos depois, sua vida mudou bastante.

De lá para cá, Ardi viveu uma luta intensa para largar o vício pelo cigarro. Sua família garante que em 2010, aos cinco anos, ele parou de fumar. Na época, porém, trocou seus vícios e viveu um novo problema de saúde: a obesidade.

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Ao invés de fumar, a criança comia. Sua mãe, culpada pela situação, dava cada vez mais comida para o filho. A batalha contra a obesidade, então, tornou-se tão intensa quanto a contra o tabagismo. E, aos poucos, Ardi começa a vencer.

Depois de chegar em um grau de obesidade extremamente preocupante — tanto quanto seu nível de tabagismo —, o menino foi submetido a acompanhamento psicológico. Oito anos depois de fazer ficar famoso de maneira negativa, começa a ser uma criança comum pela primeira vez.

Ardi agora tem uma rotina que condiz mais com sua idade, com idas à escola, refeições balanceadas e, principalmente, longe da nicotina. Os médicos garantem que, se seguir a rotina, ele conseguirá ter uma vida adulta regular. 

Veja como ele está agora:
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Justiça de Québec condena empresas de tabaco a pagar US$ 12,3 bi a fumantes

Um tribunal de Québec condenou na segunda-feira três empresas de tabaco multinacionais a pagar a um milhão de consumidores de tabaco 15,5 bilhões de dólares canadenses (cerca de 12,3 bilhões de dólares) - uma indenização inédita no Canadá, que põe fim a 17 anos de litígio.
As três multinacionais condenadas - Imperial Tobacco Canada (filial da British American Tobacco), Rothmans Benson & Hedges e Japan Tobacco International-MacDonald - apelaram imediatamente do veredito proferido pelo juiz Brian Riordan, que se pronunciou sobre duas ações coletivas.
As duas ações coletivas, apresentadas inicialmente em 1998 mas que só chegaram aos tribunais recentemente, representam quase 1,02 milhões de quebequenses que não conseguiram largar o vício de fumar ou que sofrem de câncer de pulmão ou garganta, ou enfisema pulmonar.
Os queixosos argumentaram que as empresas não avisaram adequadamente seus clientes sobre os riscos do tabagismo e falharam em sua obrigação de "não fazer mal a outra pessoa", segundo a decisão do tribunal.
Eles também acusou as empresas de fazer um marketing inescrupuloso e destruir documentos importantes para o processo judicial.
A empresas, contudo, indicaram que a decisão judicial não se baseia em evidências apresentadas durante o julgamento e anunciaram que recorrerão da decisão.
"Desde a década de 1950 os canadenses estão plenamente conscientes dos riscos para a saúde apresentados pelo hábito de fumar", afirmou a JTI-Macdonald em comunicado.
"Esse conhecimento foi reforçado pelas advertências para a saúde impressas em todos os maços de cigarro legais há mais de 40 anos", argumentou a empresa. [Fonte: Yahoo]

Menino será colocado para adoção pois pais fumam demais


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A Justiça do Reino Unido decidiu colocar para adoção um menino de dois anos por conta da relação de seus pais com o cigarro. Uma juíza avaliou que a casa onde ele vive com os parentes é uma ameaça ao seu bem estar.

Julie Allen, inspetora de saúde responsável pelo caso, afirmou à Justiça que a residência era tão tomada por fumaça de cigarro que ela mesma não conseguiu respirar no interior da casa. Tendo em vista essa avaliação, os pais perderam a guarda da criança.

Além da quantidade fora do normal de fumaça, a casa tinha muito lixo espalhado, sendo a maioria deles maços de cigarros vazios. Para piorar a situação, a criança é diagnosticada com problemas respiratórios e tem, inclusive, uso de inalador prescrito.[Fonte: Yahoo]

“O garoto dormia em um sofá e já enfrentava problemas de saúde por algum tempo. Tudo isso me levou a uma decisão difícil e inevitável, já que os riscos para a saúde da criança são enormes. A adoção é uma opção disponível”, afirmou a juíza Louise Pemberton.

Número de fumantes cai 30,7% em 9 anos no país, diz Ministério da Saúde

Estudo mostra que 10,8% da população fuma; em 2006, eram 15,6%.
Homens fumam mais e Porto Alegre tem maior percentual de fumantes.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro (à esquerda), durante apresentação de dados sobre consumo de cigarro no Brasil (Foto: Luciana Amaral/G1)

O número de fumantes caiu 30,7% no Brasil nos últimos nove anos, anunciou o Ministério da Saúde na manhã desta quinta-feira (28) em Brasília. Segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2014, serviço ligado à pasta, 10,8% da população no país é de fumantes. Em 2006, o índice chegava a 15,6%.

O governo tem como meta chegar a 9,1% de fumantes no país até 2020. Em 2013 e 2014, foram gastos R$ 41 milhões para a compra de medicamentos utilizados no tratamento contra o tabagismo.
De acordo com o estudo, o hábito de fumar é mais comum entre os homens (12,8%) do que entre as mulheres (9%). O levantamento mostra ainda que 21% dos brasileiros se declaram ex-fumantes.

A faixa etária que mais consome cigarros é de pessoas entre 45 e 54 anos (13,2%). A que menos faz uso deles é a que vai dos 18 aos 24 anos (7,8%). A experimentação entre adolescentes de 13 a 15 anos caiu de 24,2%, em 2009, para 19,6%, em 2012.

16,4% da população de Porto Alegre fuma, maior índice entre as capitais brasileiras, segundo o Ministério da Saúde
A capital com o maior percentual de fumantes é Porto Alegre, com 16,4%. Em seguida vêm São Paulo e Curitiba. A com menos fumantes é São Luís, com 5,5%.
Campanha
O ministério também divulgou nesta quinta uma nova campanha contra o tabagismo. Ela traz o vermelho como cor principal e alerta a população sobre os danos causados pelo cigarro e derivados do tabaco. Ela será veiculada na internet, no rádio e em meios impressos.

Para o ministério, algumas medidas que ajudaram para a redução no número de fumantes foram a política de preços mínimos, proibição da propaganda de cigarro, proibição do fumo em ambientes fechados de uso coletivo, o aumento da taxação de maços e o aumento das advertências em embalagens.

"Hoje o Brasil é reconhecido internacionalmente. [A redução] é resultado de uma ação intersetorial", afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
No Brasil, o tabagismo é responsável por 200 mil mortes por ano, segundo o ministério. O tabaco também está relacionado a 90% dos casos de câncer de pulmão. Estima-se que 27.330 novos casos desse tipo de câncer devem surgir no país em 2015.
O cigarro ainda contribui para 25% das mortes por anginas e por infartos do miocárdio, 45% das mortes por infartos em pessoas com menos de 65 anos, 85% das mortes por bronquite crônica e enfisema pulmonar.
Contrabando
Apesar da diminuição no número de fumantes, o consumo de cigarro ilegal cresceu de 2,4%, em 2008, para 3,7%, em 2013. Para o governo federal, esse aumento se deve ao preço baixo praticado pelo mercado clandestino ao vender os produtos, principalmente do Paraguai, no Brasil.

O uso de cigarros ilegais é mais comum em estados fronteiriços, como o Paraná e o Mato Grosso do Sul. Na região de fronteiras, ele cresceu 58% de 2008 para 2013. Ao todo, os produtos contrabandeados representaram 31% do consumo de cigarro no país em 2014, segundo o instituto de pesquisa Ibope Inteligência. [Fonte: Globo.com/G1]

31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco

O Dia Mundial Sem Tabaco – 31 de maio – foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil, é o responsável pela divulgação e elaboração do material técnico para subsidiar as comemorações em nível Federal, Estadual e Municipal.

No Dia Mundial Sem Tabaco, o INCA - em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos 26 estados, Distrito Federal, e a sociedade civil - promove e articula uma grande comemoração nacional em torno do tema definido pela OMS (que se alterna a cada ano).

Convém destacarmos que a epidemia global do tabaco mata quase seis milhões de pessoas por ano, dos quais mais de 600 mil são não-fumantes, vítimas de fumo passivo. Sem alterações de cenário, estão previstas mais de oito milhões de morte por ano a partir de 2030. Mais de 80% dessas mortes evitáveis atingirão pessoas que vivem em países de baixa e média renda.

E, como é sabido, a diminuição da a prevalência do tabagismo gera uma série de benefícios à saúde pública e à sociedade, tais como:

·         Redução dos custos de saúde.
·         Redução do absentismo.
·         Aumento da expectativa de vida
·         Ganhos de saída, devido à redução da mortalidade.


O Ministério da Saúde, nestes últimos anos, realizou inúmeras medidas relacionadas ao tabagismo.


Medidas relativas à redução da oferta de tabaco:

·         Proibição da venda a menores de idade ou por eles.
·         Apoio a atividades alternativas economicamente viáveis.


Já as medidas de redução de demanda são:

·         Medidas relacionadas a preços e impostos para reduzir a demanda de tabaco.
·         Medidas não relacionadas a preços para reduzir a demanda de tabaco:

v  Proteção contra a exposição à fumaça do tabaco.
v  Regulamentação do conteúdo dos produtos de tabaco.
v  Regulamentação da divulgação das informações sobre os produtos de tabaco.
v  Embalagem e etiquetagem de produtos de tabaco.
v  Educação, comunicação, treinamento e conscientização do público.
v  Proibição de Publicidade, promoção e patrocínio do tabaco.
v  Medidas de redução de demanda relativas à dependência e ao abandono do tabaco.


Por isso, sua participação é tão importante para nós como parceiro e propagador de uma informações fundamentais para a saúde dos brasileiros e sobre os malefícios do cigarro.

Caso concorde com esta parceria, posso enviar material para divulgação, peças publicitárias, entrevistas com coordenadores de áreas técnicas e até mesmo peças para divulgação nas redes sociais.

Abraços,


Ana Miguel
Coordenadora de Redes Sociais
Ministério da Saúde
Gabinete do Ministro
Ascom/Redes Sociais
(61) 3315.2779
(61) 8175.6484

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