- Uma investigação norte-americana concluiu que os fumadores têm maior propensão para acumular gordura na zona abdominal podendo chegar, em média, a pesar mais cinco quilos do que pessoas não-fumadoras. Os resultados do estudo Tobacco, apresentados pela Facilitas Healthcare, desvendam um dos mitos mais populares: o tabaco emagrece. Esta crença é, aliás, um dos principais argumentos utilizados pelos fumadores para evitar ou adiar a decisão de deixar de fumar, avança comunicado de imprensa.
“O consumo de tabaco está, normalmente, associado a hábitos pouco saudáveis. Em regra, os fumadores são menos conscientes da sua saúde e apresentam menor força de vontade do que os não fumadores, o que os torna mais vulneráveis ao ganho de peso. Mesmo no caso dos fumadores que tentam levar uma vida menos sedentária, está comprovado que o tabaco gera dificuldades na criação de músculo, causa flacidez e implica uma respiração descoordenada que dificulta a actividade física”, explica Marta Andrade, terapeuta de Cessação Tabágica da Facilitas Healthcare. - Fonte: RCM PHARMA/OBID/SENAD.
Tabaco aumenta risco de obesidade
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Multidões não sabem que o cigarro eleva risco de doenças, diz estudo
- Um enorme contingente de pessoas em vários países ainda não relacionam o risco de ter doenças do coração em decorrência do hábito de fumar e pelo fumo passivo. É o que concluiu um relatório divulgado nesta sexta-feira (20) em um congresso de cardiologia em Dubai.
O relatório, intitulado "Danos cardiovasculares do consumo de tabaco e fumo passivo", foi encomendado pela Federação Mundial do Coração e escrito pelo Projeto Internacional de Controle ao Tabaco (ITC Project, na sigla em inglês), em colaboração com a Iniciativa Sem Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Segundo o relatório, metade de todos os fumantes chineses e um terço dos fumantes indianos e vietnamitas não sabem que fumar provoca doenças do coração.
Em uma ampla gama de países, incluindo Índia, Uruguai, Coreia do Sul e Polônia, cerca de metade de todos os fumantes - e mais de 70% de todos os fumantes chineses - não sabem que fumar aumenta o risco de derrames. A pesquisa não abordou a população brasileira.
A conscientização do risco do fumo passivo é ainda menor. No Vietnã, quase 90% dos fumantes e não fumantes não sabem que o fumo passivo causa doenças cardiovasculares. Na China, 57% dos fumantes e não fumantes não estão cientes da ligação.
Mesmo em países com sistemas bem desenvolvidos de saúde e regulação de controle do tabaco - como Canadá, Reino Unido, Estados Unidos e Austrália - entre um terço e metade dos fumantes não sabe que o fumo passivo pode prejudicar a saúde cardiovascular.
Segundo o professor Geoffrey T. Fong, da Universidade de Waterloo, no Canadá, e principal autor do Projeto ITC, o relatório faz a relação entre o amplo desconhecimento dos riscos do tabagismo com os altos níveis de prevalência do hábito.
“Nossa pesquisa mostra que os riscos do uso do tabaco para a saúde pulmonar são amplamente aceitos. Mas precisamos atingir o mesmo nível de conhecimento e consciência de que o uso do tabaco pode causar doença cardíaca, acidente vascular cerebral e doença vascular periférica e que o fumo passivo pode causar ataque cardíaco”, afirma.
Fong alerta que os aviso de saúde inseridos em embalagens de cigarro em alguns países não citam os perigos do fumo passivo.
“Aumentar o conhecimento desses riscos específicos de saúde ajudará a incentivar os fumantes a parar e ajudar os não-fumantes a se protegerem. Portanto, a sensibilização é um passo importante na redução da exposição das pessoas à fumaça do tabaco", reitera.
A exposição ao fumo passivo aumenta o risco de doenças cardíacas em 25% e mais de 87% das mortes de adultos em todo o mundo causadas pelo fumo passivo são atribuíveis à doenças cardiovasculares, segundo o relatório.
A doença cardiovascular é a principal causa mundial de morte no mundo, matando 17,3 milhões de pessoas a cada ano. Ao todo, 80% destas mortes ocorrem em países de baixa e média renda, que estão cada vez mais sendo alvo da indústria do tabaco.
O uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo provoca cerca de um décimo de todas as mortes por doenças cardiovasculares. Mesmo fumar alguns cigarros por dia aumenta significativamente o risco de ter essa doença, diz o relatório.
Douglas Bettcher, diretor da iniciativa da OMS, observou que o relatório fornece prova conclusiva de que o nível de informação sobre os males cardiovasculares do uso do tabaco e do fumo passivo ainda é insuficiente e, portanto, campanhas de mídia de massa e avisos são urgentemente necessários.
“Espero que este relatório aumente o senso de urgência dos líderes mundiais e da comunidade de saúde pública (...). Isso significará a diferença entre a vida e a morte de quase seis milhões de pessoas a cada ano", alerta. - Autor:G1 - Fonte: OBID/SENAD.
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Percentual de fumantes no país fica pela primeira vez abaixo dos 15%
A pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada ontem pelo Ministério da Saúde, indica que o percentual de fumantes no país passou de 16,2% em 2006 para 14,8% no ano passado.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, elogiou os resultados e lembrou que é a primeira vez em que o índice fica abaixo dos 15%.
“É uma queda importante e mostra a correção de algumas medidas do governo, do Congresso Nacional, [no sentido] de reforçar a luta contra o tabagismo”, disse, ao destacar ações como a proibição de fumódromos e a criação de espaços livres do tabaco.
Dados mostram que a frequência de fumantes continua maior entre os homens: 18,1% contra 12% entre as mulheres. Ainda assim, a população masculina lidera a redução do tabagismo no país, já que 25% deles declararam ter deixado de fumar, contra 19% entre as pessoas do sexo feminino. A tendência de queda no consumo entre os homens foi constatada em todas as faixas etárias e independentemente do grau de escolaridade.
A quantidade de pessoas que abandonam o hábito de fumar, de acordo com o ministério, aumenta com o avançar da idade. A frequência de ex-fumantes chega a ser quase cinco vezes maior entre homens com mais de 65 anos. Entre as mulheres, a maior queda foi verificada na faixa etária dos 55 aos 64 anos (30%).
Outro aspecto positivo apontado pelo estudo é a queda do índice de homens que fumam mais de 20 cigarros por dia – o chamado fumante pesado. A proporção passou de 6,3% em 2006 para 5,4% em 2011.
Em relação ao fumo passivo, a pesquisa Vigitel indica que 11,8% dos brasileiros não fumantes moram com pelo menos uma pessoa que fuma dentro de casa. Além disso, 12,2% das pessoas que não fumam convivem com algum colega fumante no local de trabalho.
Adultos entre 18 e 24 anos são os que mais sofrem com o fumo passivo em casa (17,7%). No trabalho, a frequência de homens atingidos pelo fumo passivo é 17,8%, mais do que o dobro da registrada entre as mulheres, 7,4%.
Dados mostram ainda que, quanto maior o acesso à informação, menor a chance de a pessoa começar a fumar. O percentual de fumantes entre pessoas com até oito anos de estudo ficou em 18,8%, contra 10,3% entre pessoas com 12 anos ou mais de estudo.[Fonte:
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EUA lançam campanha contra cigarro com vídeos de ex-fumantes doentes
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Maior ação antitabagismo já feita por órgão de saúde americano, 'Tips from Former Smokers' mostra realidade do vício
O Centro para Saúde e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), órgão de saúde dos Estados Unidos, lançou, neste mês, sua maior ação anticigarro já feita. Com um custo de 54 milhões de dólares, o Tips from Former Smokers (ou Dicas de Ex-fumantes, em português), como é chamada a campanha, tem como objetivo convencer e ajudar os fumantes a deixarem o vício e, para isso, disponibiliza fortes depoimentos, vídeos e fotografias de pessoas que convivem com doenças relacionadas ao tabagismo. Essas imagens estão sendo exibidas desde esta segunda-feira em anúncios de televisão, rádio, revistas e jornais de todo o país, e devem ser veiculadas durante ao menos 12 semanas.
No site oficial da campanha, é possível encontrar todas as informações e imagens que estão sendo veiculadas na mídia dos EUA. Ao todo, são 14 depoimentos parte deles acompanhados de vídeos de ex-fumantes, que relatam quando começaram a fumar, por quanto tempo o vício durou e quais danos à saúde o hábito acarretou. (Assista a um dos vídeos da campanha abaixo). São mostrados problemas como câncer de pulmão e de garganta, asma, derrame cerebral e outras doenças cardiovasculares. Além disso, há também depoimentos de pessoas que foram bem sucedidas ao deixar o vício. As fotografias de pessoas prejudicadas pelo tabagismo também podem ser vistas na página da internet.
"Basicamente estes são anúncios sobre os reais efeitos do tabagismo sobre pessoas reais. Eles mostram câncer, ataques cardíacos, amputação, acidente vascular cerebral e como é viver com essas condições", afirmou à agência Reuters o diretor do CDC, Thomas Frieden, que estima que a campanha fará com que aproximadamente 50.000 americanos abandonem o cigarro.
Parte dos anúncios da campanha também exibe o ‘1-800-QUIT-NOW’, número de telefone para o qual as pessoas que estão tentando deixar o cigarro podem ligar e obter um suporte gratuito. Além disso, a campanha também divulga o smokefree.gov, um site do governo que também fornece ajuda para os candidatos a ex-fumantes.
Epidemia — De acordo com o CDC, o cigarro continua sendo a principal causa de mortes por doenças evitáveis nos Estados Unidos: todos os anos, 443.000 americanos morrem por complicações derivadas do hábito. Ainda segundo o órgão, oito milhões de pessoas convivem com problemas de saúde relacionados ao tabagismo e mais de 1 000 jovens menores de 18 anos se tornam fumantes todos os dias no país.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que um terço da população mundial adulta, cerca de 1,3 bilhão de pessoas, seja fumante. De acordo com o Ministério da Saúde, 18,8% dos brasileiros fumam.[Fonte: Veja/UNIAD]
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Material para Estudo e Reflexão na Escola Sobre Tabagismo e Educação
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Anvisa proíbe venda de cigarros com sabor
Cigarros com aditivos como chocolate, baunilha, menta e morango estão proibidos no País. Depois de mais de um ano de discussão e muita polêmica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (13) uma resolução que impede o uso de substâncias que mudam o sabor ou o cheiro de produtos de fumo. A medida, na prática, passa a valer dentro de um ano e meio. Este é o tempo dado para a indústria mudar a linha de produção e escoar ou recolher o produto existente no mercado. Para cigarrilhas e charutos, o prazo é maior: 18 meses para interrupção da produção e seis meses, para retirada dos produtos do comércio.
A versão aprovada por unanimidade é mais branda da que foi colocada em consulta pública em dezembro de 2010. A medida permite a adição de açúcar ao tabaco para repor a substância perdida no processo de secagem. A versão anterior incluía o açúcar na lista de proibições. A adição permitida, no entanto, terá de obedecer um critério. Fabricantes terão de informar quanto do açúcar foi perdido no processo de cura e quanto foi reposto.
A resolução aprovada hoje também garante a permanência de um grupo de outras sete substâncias que não alteram o sabor ou cheiro do tabaco mas são usadas durante o processo de produção. Entre elas estão glicerol, adesivos e agentes aglutinantes.
A proibição de aditivos aromatizantes e que emprestam sabor aprovada pela Anvisa atende a uma recomendação da Convenção Quadro do Tabaco, acordo mundial com medidas para reduzir e prevenir o tabagismo, do qual o Brasil é signatário. Médicos e grupos antitabagistas asseguram que a adição de produtos que alteram o sabor e cheiro do cigarro é uma tática há tempos usada pela indústria para atrair novos fumantes, principalmente crianças e adolescentes. Na edição de hoje, o jornal O Estado de S. Paulo mostrou pesquisa feita com 17 mil estudantes de 13 a 15 anos em 13 Estados do País que mostrou que a maioria dos alunos que já experimentara cigarro preferiam os com sabor, principalmente os mentolados.
"Foi um ganho para a saúde pública do País", comentou o diretor da Anvisa, José Agenor Álvares da Silva, ao fim da reunião. Embora a decisão tenha sido unânime, o clima da reunião de hoje foi tenso. Um dos diretores, Jaime Oliveira, havia sugerido que outros aditivos que não conferissem sabor ou odor ao produto fossem permitidos na produção de cigarros brasileiros. Estima-se que existam cerca de 600 aditivos usados no cigarro. A proposta já havia sido apresentada na segunda-feira, em uma reunião informal entre diretores. Hoje, depois de muita discussão, ficou acertado que, no futuro, empresas poderão enviar propostas tanto para liberar quanto para proibir novas substâncias.
O diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Fumo, Carlos Fernando Galante, não quis fazer uma avaliação sobre a resolução. "Temos de discutir qual impacto que essa medida exercerá no setor", afirmou. Ao longo do último ano, a indústria do fumo pressionou sob todas as formas o governo para tentar evitar a aprovação da medida. Eles asseguram que a proibição da adição de produtos ao cigarro pode afetar o setor, que emprega milhares de pequenos agricultores no País. "Esse discurso é muito semelhante àquele que foi feito durante a aprovação da Convenção Quadro do Tabaco: na época eles diziam que o setor estava ameaçado. E vemos que a atividade nunca esteve tão fortalecida", afirmou Paula Johns, da Aliança de Controle do Tabagismo.
De acordo com a indústria do fumo, cigarros com sabor representam cerca de 3% do mercado brasileiro. Ao longo dos últimos anos, o número de marcas com sabores aumentou de forma expressiva no País. "Diante das restrições com publicidade, as imagens de advertência, eles reforçaram outra estratégia que sabidamente é eficaz entre jovens: tornar o cigarro mais atrativo", afirmou Vera Costa e Silva, pesquisadora da Fiocruz. [Fonte: Yahoo]
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Um cigarro já é o suficiente para causar danos, diz estudo
Pesquisa observou aumento da concentração de substância prejudicial nos tecidos após o consumo de pouca quantidade de tabaco
Segundo um estudo apresentado no 77º encontro anual da American College of Chest Physicians (ACCP — Academia Americana de Cirurgiões Torácicos), o consumo de somente um cigarro já pode ser o suficiente para causar prejuízos na saúde de jovens.
Pesquisadores gregos promoveram um estudo envolvendo oito mulheres e oito homens com idade média de 23 anos e que fumavam menos de oito maços de cigarro por ano. O estudo observou que, após fumarem apenas um cigarro, a concentração de óxido nítrico nos tecidos das vias respiratórias dos participantes aumentou em 26%, enquanto os níveis de fração de óxido nítrico exalado diminuíram em 15,6%. A redução do fluxo de óxido nítrico é prejudicial à saúde.
Segundo Ubiratan de Paula Santos, pneumologista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), já se sabia que a taxa de fração de óxido nítrico exalado diminui em fumantes, mas os motivos para isso acontecer ainda são desconhecidos.
Saiba Mais:
ÓXIDO NÍTRICO
É um gás (NO) produzido no tecido por uma enzima chamada óxido nítrico sintetase. Sua produção é feita como resposta a processos inflamatórios, sendo mais comum em pessoas que têm asma, bronquite crônica e são expostas a poluição. Pode provocar a dilatação dos vasos e causar outras doenças.
É um gás (NO) produzido no tecido por uma enzima chamada óxido nítrico sintetase. Sua produção é feita como resposta a processos inflamatórios, sendo mais comum em pessoas que têm asma, bronquite crônica e são expostas a poluição. Pode provocar a dilatação dos vasos e causar outras doenças.
FRAÇÃO EXALADA DE ÓXIDO NÍTRICO
É a porcentagem de NO presente no ar exalado por uma pessoa, que contém vários gases diferentes. Alguém exposto à poluição, por exemplo, apresenta essa fração aumentada. Entratando, em fumantes ela é diminuída, mas os motivos para isso acontecer são desconhecidos. [Fonte: UNIAD]
É a porcentagem de NO presente no ar exalado por uma pessoa, que contém vários gases diferentes. Alguém exposto à poluição, por exemplo, apresenta essa fração aumentada. Entratando, em fumantes ela é diminuída, mas os motivos para isso acontecer são desconhecidos. [Fonte: UNIAD]
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Fumante passa por cinco fases antes de decidir parar
Fantástico - Dr. Dauzio Varella
A tomada de decisão para largar o cigarro resulta de um processo que costuma levar anos ou décadas para se completar. Especialistas demonstram que, do ponto de vista didático, é possível reconhecer cinco estágios pelos quais a maioria dos fumantes passa antes de jogar fora o maço.
A tomada de decisão para largar o cigarro resulta de um processo que costuma levar anos ou décadas para se completar. Especialistas demonstram que, do ponto de vista didático, é possível reconhecer cinco estágios pelos quais a maioria dos fumantes passa antes de jogar fora o maço.
A primeira é a Fase de pré-contemplação, quando os fumantes não pensam em mudar seu comportamento e racionalmente veem mais vantagens em fumar do que deixar de fazê-lo. Já a Fase de contemplação acontece quando o fumante sente no corpo alguns problemas causados pelo fumo, tenta reduzir o número de cigarros, mas ainda não se convenceu completamente de que vale a pena ficar livre da dependência.
Na Fase de preparação, o fumante já sabe que o cigarro é seu inimigo, pensa seriamente em largar, mas ainda lhe falta coragem para adotar medidas radicais. É na Fase da ação que finalmente o fumante se confronta com sua condição de dependente e toma a decisão de parar. Muitos dos que estão nesta fase chegam a marcar data para fumar o último cigarro. Mas a etapa mais difícil é mesmo a Fase de manutenção, porque muitos hábitos associados ao fumo precisam ser modificados.
Agora, se houver recaídas, não há problema. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os fumantes fazem, em média, três ou quatro tentativas antes de conseguir parar de fumar definitivamente.[Fonte: UNIAD]
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Abaixo-Assinado Limite Tabaco - Participe!
A rede Por um Mundo sem Tabaco apoia o abaixo-assinado LIMITE TABACO.
O abaixo-assinado tem como objetivo propor limites definidos para as estratégias da indústria do tabaco para atrair o público jovem - principal alvo da indústria - ao consumo do cigarro.
A indústria do tabaco vem utilizando-se do conceito de liberdade para coibir novas regulações ao setor, desconsiderando os efeitos que a promoção de seus produtos têm junto às crianças e jovens. Aliás, ela tem procurado insistentemente se aproximar deles.
Por isso, é tão importante que você assine este abaixo-assinado, para que ela tenha um limite em suas ações. Para que a sociedade imponha isto à ela. Assim, ficará cada vez mais difícil crianças e adolescentes serem seduzidos pela exposição e propaganda nos pontos de venda, pelo uso de aditivos, como sabores e aromas, para tornar o gosto do cigarro mais agradável às primeiras tragadas e pela busca incessante da indústria por novos consumidores.
Os signatários.
A indústria do tabaco vem utilizando-se do conceito de liberdade para coibir novas regulações ao setor, desconsiderando os efeitos que a promoção de seus produtos têm junto às crianças e jovens. Aliás, ela tem procurado insistentemente se aproximar deles.
Por isso, é tão importante que você assine este abaixo-assinado, para que ela tenha um limite em suas ações. Para que a sociedade imponha isto à ela. Assim, ficará cada vez mais difícil crianças e adolescentes serem seduzidos pela exposição e propaganda nos pontos de venda, pelo uso de aditivos, como sabores e aromas, para tornar o gosto do cigarro mais agradável às primeiras tragadas e pela busca incessante da indústria por novos consumidores.
Os signatários.
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