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Prefeito de NY pretende banir cigarro em lugares ao ar livre

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, pretende banir o cigarro de parques públicos, praias, calçadões e praças de pedestres como a que fica na Times Square, um dos principais pontos turísticos da cidade.

A proposta, se aprovada, ampliará a legislação em vigor que impede o fumo em escritórios, restaurantes, bares e playgrounds.

"A ciência é clara: exposição prolongada ao fumo passivo --em ambientes externos ou internos-- faz mal à saúde", disse Bloomberg, anteontem. "Faremos algo a respeito."

Segundo a agência de notícias Bloomberg, de propriedade do prefeito, ele tem o cigarro como alvo tanto na vida pública quanto na privada: além das restrições e de aumentar taxas sobre maços, doou US$ 375 milhões a programas contra o cigarro pelo mundo desde 2005.

A nova medida, que deve atingir cerca de 1.700 parques, é uma das mais rigorosas dos EUA.

"Quando nova-iorquinos e visitantes forem aos parques e às praias em busca de ar fresco, haverá de fato ar fresco para respirarem", afirmou Bloomberg.

A cidade espera que os moradores cumpram a lei por conta própria. Mas, caso não o façam, a multa pode chegar a US$ 50 (cerca de R$ 85), por "violação da qualidade de vida". Calçadas e estacionamentos continuarão liberados para o fumo.

O departamento de saúde da cidade afirma que 57% dos nova-iorquinos não fumantes têm níveis elevados de cotinina (subproduto da nicotina) no sangue. Medida similar na Califórnia, que proibiria o fumo em praias e parques, foi reprovada em maio pelo governador Arnold Schwarzenegger.


Cai número de fumantes no país, diz pesquisa...


Em 1989, 33% dos brasileiros maiores de 18 anos fumavam, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Hoje, essa proporção é de 18%, concluiu a Pesquisa Especial de Tabagismo divulgada ontem pelo instituto. A queda foi de 45%.

A pesquisa, realizada a partir de 2008, entrevistou 39.425 brasileiros com mais de 15 anos. Desses, 17,5% fumam. Outros 13 países estão realizando a mesma pesquisa, que termina em outubro.

– Conseguimos reduzir bastante o número de fumantes, mas precisamos continuar a briga. A indústria do tabaco primeiro focou as mulheres, e o resultado já pode ser constatado. Agora, o foco está nos jovens. Essa é a principal faixa etária em que devemos trabalhar, porque é a idade em que é mais fácil abandonar o vício – diz Liz Maria de Almeida, gerente da Divisão de Epidemiologia do Inca.

A pesquisa mostra que a proporção de jovens do sexo feminino que começam a fumar antes dos 15 anos é 22% maior do que a dos homens em todas as regiões do país.

Segundo o Inca, a geração de brasileiros nascidos a partir da década de 1980 – que hoje tem até 30 anos – começa a fumar aos 17 anos, em média. No Nordeste e no Centro-Oeste, a proporção de jovens que começa a fumar antes dos 15 anos é maior do que nas outras regiões.

Homens fumam mais, mulheres param antes

Entre os jovens, chama a atenção o fato de os homens fumarem 2,5 vezes mais do que as mulheres. Entre as outras faixas etárias da população essa proporção é menor. Uma das explicações para isso é o fato de que as mulheres param de fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.

A pesquisa ainda constatou que os jovens são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos – 48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco, ante 38,7% dos adultos. [Fonte: DC]

É verdade que o cigarro tem efeito tranquilizador? Descubra

Os benefícios de parar de fumar - redução no risco de câncer e muitos outros problemas de saúde - são bem conhecidos. Porém, para milhões de fumantes o efeito tranquilizador de um cigarro pode ser motivo suficiente para voltar ao hábito.
No entanto, estudos descobriram que, na realidade, fumar surte o efeito oposto, fazendo com que os níveis de estresse aumentem no longo prazo. Para os dependentes, o único estresse que ele alivia é o da abstinência entre cigarros.
Num recente estudo, conduzido na London School of Medicine and Dentistry, pesquisadores acompanharam 469 pessoas que tentaram parar de fumar após serem hospitalizadas por problemas cardíacos. No início, os participantes tinham níveis parecidos de estresse e, no geral, acreditavam que fumar os ajudava a lidar com isso.
Um ano depois, 41% tinham conseguido manter a abstinência. Após controlar diversos fatores, os cientistas descobriram que os abstêmios apresentavam "uma queda significativamente maior no estresse percebido", de quase 20%, em comparação aos fumantes, que apresentaram pequenas mudanças.
A hipótese dos cientistas era de que os fumantes lidavam com os desconfortáveis desejos entre um cigarro e outro várias vezes ao dia, enquanto os abstêmios, depois de sofrerem com a abstinência inicial, gozavam de maior liberdade em relação aos desejos por nicotina - e haviam, consequentemente, eliminado uma frequente e importante fonte de estresse.
Outros estudos também descobriram que os fumantes enfrentam níveis elevados de estresse e tensão entre cigarros, e níveis mais baixos após deixarem de fumar. Assim, o efeito tranquilizador do cigarro é um mito, ao menos no longo prazo.[Fonte: Terra]

Cardiologistas condenam tabagismo passivo em Congresso Mundial


O tabagismo, especialmente os efeitos do fumo passivo sobre os não fumantes, tomou o centro do palco no Congresso Mundial de Cardiologia (WCC) 2010, realizado na China, com especialistas conclamando os cardiologistas a desempenharem um papel fundamental na redução do tabaco entre pacientes, e reduzir o fumo em suas localidades.


"Como cardiologista que atende pacientes diariamente, uma das coisas mais importantes que posso fazer é dizer que parem de fumar", disse Dr. Sidney Smith (Universidade da Carolina do Norte) à imprensa durante a reunião do WCC.


"É sem dúvida o principal fator de risco no mundo atualmente, e se você quiser fazer algo para realmente melhorar este planeta, você tem que se livrar do tabagismo e do uso de tabaco."

Smith, presidente eleito do Congresso, e diretor do conselho científico da Federação Mundial do Coração, disse que as novas diretrizes de redução do risco cardiovascular do Instituto Nacional de Saúde (NIH), da qual também é diretor, irão destacar a importância da cessação tabágica.

"Vamos ser claros sobre a importância da cessação do tabagismo e uso de tabaco, e do perigo não só para a pessoa que fuma, mas também do tabagismo passivo."


Em todo o mundo, cerca de 20% das doenças cardiovasculares são causadas pelo tabaco e, no entanto, surpreendentemente, nem todos estão conscientes da relação entre a doença cardiovascular, tabagismo e fumo passivo.

Na China, por exemplo, apenas 4% dos fumantes estão conscientes que fumar provoca doenças do coração, disse Smith.


E não faltam evidências científicas. Durante o Congresso, Dr. Lynn Goldman (Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, Baltimore, MD), apresentou dados do recém-publicado relatório do Institute of Medicine (IOM) que analisou 11 estudos verificados em diferentes regiões e países que implantaram ambientes livres do tabaco, mostrando que as proibições provocaram reduções no risco de enfarte do miocárdio.
O benefício pode ser observado já no período de um ano da proibição ser implementada.


"Concluímos, com base na literatura disponível que existe uma relação causal entre a proibição de fumar e diminuição de problemas coronários agudos", disse Goldman durante uma sessão do WCC sobre o tabagismo e risco de evento coronariano agudo.

"E devo dizer que este é um padrão muito elevado de evidências que o Instituto de Medicina usa para confirmar a relação causal, o que desenvolveu entre nós um consenso nesta linha, indicando que temos poucas dúvidas de que existe um enorme benefício nas proibições".


http://www.tobacco.org/news/303373.html


Elas estão fumando mais do que eles

Pesquisa do Ministério da Saúde revela que houve um aumento de 3,9%

Quando Edna de Souza, 49 anos, acende o cigarro, o marido, José Oliveira Santos, 26, faz cara feia. O contraste do casal, que mora em Florianópolis, configura o novo panorama da cidade. Dados do Ministério da Saúde (MS) mostram que o número de mulheres fumantes ultrapassou o de homens na Capital. O levantamento ouviu por telefone mais de 2 mil pessoas entre 12 de janeiro e 22 de dezembro de 2009. A pesquisa será divulgada na imprensa na segunda-feira. Clique Aqui para acessar os dados estatísticos!

De acordo com a pesquisa, o número de mulheres fumantes acima de 18 anos aumentou 3,9% em relação a 2006. São 5,6 mil a mais que estão adeptas do cigarro na Capital catarinense.

Além disso, conforme o último censo do IBGE (2000), das 275.116 pessoas com mais de 18 anos que vivem em Florianópolis, 143.548 são mulheres. Destas, a pesquisa do MS apontou 28,5 mil fumantes no ano passado, contra 27,1 mil homens.

O levantamento do Ministério realizado em todas as capitais brasileiras mostra que a realidade de Florianópolis é a mesma que a de outra capital do Sul do Brasil: Porto Alegre. Lá, o percentual de mulheres que fumam saltou de 17% para 22%, também igualando-se ao de homens. Com base nos números da população adulta da capital gaúcha, é como se 36,9 mil mulheres passassem a fumar nos últimos três anos.

Edna de Souza quer sair dessa estatística e, para isso, estabeleceu uma data para dar fim ao seu vício: 7 de julho. De acordo com ela, a decisão foi tomada não apenas pela insistência do marido e do neto Bernardo, de cinco anos. Mas, principalmente, por ela mesma.

– O cigarro é uma coisa que vai te destruindo aos poucos, como se você tivesse um machucado que vai aumentando a cada dia – compara.

O marido José ainda se mostra reticente quanto à promessa feita pela mulher. Ele diz não ter nada contra os fumantes, mas não suporta o cigarro. Nunca fumou. E torce por ela.

Se Edna vencer o vício vai passar a fazer parte de uma estatística que também não está nada favorável ao sexo feminino. Enquanto que os homens tiveram um aumento de 0,9% nestes três anos – de 24% para 24,9% –, as mulheres tiveram um registro contrário: queda de 0,2%.

MELISSA BULEGON
O cigarro e a mulher no tempo
- Anos 20 - Início da industrialização do tabaco e do consumo em larga escala no mundo, mas apenas entre os homens. Não se viam mulheres fumando em público.
- Anos 30 e 40 - Os anos dourados de Hollywood exaltam a imagem glamourosa da mulher fumante em interpretações de Greta Garbo, Marlene Dietrich e Rita Hayworth. Os fabricantes pagavam grandes estúdios para colocar um cigarro entre os dedos das atrizes, para que fossem imitadas pelas fãs. Com a guerra, ocorre o boom do consumo. Exércitos ajudam a disseminar o hábito em novas áreas. Ao retornar para casa, soldados acabavam iniciando as mulheres no vício.
- Anos 50 - Começam a surgir os primeiros estudos sobre os malefícios do tabaco. Mulheres já fumam, mas aparecer em público com um cigarro na mão ainda é malvisto socialmente.
- Anos 60 e 70 - Propagandas procuram estimular o consumo – o movimento feminista torna o momento propício para associar o hábito à liberdade da mulher. Surgem cigarros mais finos e de aromas mais delicado para chamar a atenção delas.
- Anos 80 - Mais consciente dos danos à saúde, a população dos países desenvolvidos começa a reduzir o consumo – comportamento mais visível entre os homens. Especialistas avaliam que, na contramão, as mulheres estavam mais preocupadas com a igualdade entre os sexos, tendo no cigarro um falso marcador de liberdade. A indústria passa a focar suas estratégias em dois grupos de consumidores: jovens e mulheres.
- Anos 90 e 2000 - Estudos mostram que, entre adolescentes, mais meninas do que meninos estão começando a fumar. O grupo de fumantes homens, tabagista há mais tempo, está diminuindo. A tendência mundial é que o fumo se dissemine entre jovens, mulheres e classes menos favorecidas. Nos países onde as mulheres têm menos direitos do que os homens, o cigarro ainda é visto como forma de se igualar socialmente a eles. É como se esses locais vivessem agora o que os ocidentais passaram na década de 60.
Fontes: pneumologista José Chatkin e psicóloga Cristina Perez [Fonte: DC]

Sex-appeal ligado ao ato de fumar

Cidades com mais fumantes do sexo feminino do que masculino é uma tendência mundial. A informação é da oncologista e pesquisadora da Secretaria Municipal da Saúde de Florianópolis e do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon) de Santa Catarina, Senen Hauff.


De acordo com oncologista, a Suíça, por exemplo, vive esse panorama já alguns anos. Assim como outros problemas de saúde, o tabagismo também é uma epidemia, com as fases de início, auge e declínio.

Senen explica que, enquanto os homens começaram a fumar por volta de 1800, as mulheres iniciaram na época da Segunda Guerra Mundial.

– Foi quando a indústria percebeu no sexo feminino um consumidor promissor. A publicidade passou a oferecer produtos com conceitos explorando o sex-appeal e associando o ato de fumar ao charme, poder, independência e controle de peso. Além disso, desenvolveram cigarros com açúcar e aromatizantes, como chocolate, menta e cravo – conta.

Um dos problemas no aumento de mulheres fumantes é quanto à maternidade. A pesquisadora coloca que cerca de 15% a 20% delas continuam fumando na gestação e o ato implica diretamente no índice de mortalidade infantil.

Gestantes que fumam correm risco de sofrer aborto, ter parto prematuro ou de gerar filhos com defeitos físicos e com maiores chances de ter asma.

Outra questão está relacionada à amamentação. A nicotina presente no leite materno causa cólicas, diarreia e menor ganho de peso no bebê.

Além disso, as mulheres são consideradas exemplos de comportamento para os filhos e influenciam diretamente no número de fumantes.

– O câncer é uma doença socialmente transmitida e, geralmente, os filhos imitam o que a mãe faz. É o modelo que eles têm dentro de casa – ressaltou a oncologista.

No mínimo, o cigarro causa na mulher 10 tipos de câncer

Outro agravante é quanto ao uso do cigarro com método anticoncepcional ou terapia de reposição hormonal. A pesquisadora ressalta que essa combinação, principalmente em mulheres acima de 30 anos, é proibitiva, pois pode causar trombose, enfarto e acidente vascular cerebral.

– O cigarro causa no mínimo 10 tipos de câncer e ainda influencia na estética, pois causa enrugamento, mau hálito e deixa os dentes amarelados. Ele tem risco maior de infertilidade, câncer de colo de útero, menopausa precoce e dismenorreia (sangramento irregular). [Fonte: DC]

Vacina para largar o cigarro

Cientistas dos Estados Unidos estão testando clinicamente uma substância que ajuda as pessoas a pararem de fumar e evita que elas retornem ao vício. Diferentemente dos tratamentos usados até hoje, que investem no abandono gradual do cigarro pelo fumante, a vacina pretende estancar o vício.A nova vacina, chamada NicVax, está sendo testada em laboratório da Universidade de Michigan e em 25 clínicas americanas.“Esta vacina é um dos enfoques mais inovadores que já foram feitos para combater o vício”, disse o professor Jonathan Henry, que está conduzindo os testes.
A nova vacina estimula o sistema imunológico para que ele produza anticorpos aderentes à nicotina, criando uma substância que não dê a sensação de prazer. As primeiras fases dos ensaios clínicos mostraram que a vacina é capaz de criar este mecanismo e, como os anticorpos permanecem no organismo por períodos mais longos, evita a retomada do vício.
A reincidência é um dos maiores problemas para se superar nos tratamentos atuais contra o tabagismo. Estudos comprovam que as taxas de retomada depois que um fumante larga o cigarro podem chegar a 90%.Os cientistas disseram que nos ensaios clínicos feitos com cerca de mil pessoas, os participantes tomaram a vacina várias vezes durante 12 meses. Os resultados finais devem ser divulgados em 2012. Caso tenha êxito, a vacina chegará em seguida ao mercado.

Mulher, Você merece algo melhor do que o cigarro





Para 2010, o tema escolhido foi "Gênero e tabaco com uma ênfase no marketing para mulheres". http://www.who.int/tobacco/en/. O controle da epidemia do tabaco entre as mulheres é uma parte importante de qualquer estratégia global na promoção da saúde. Em âmbito nacional esta campanha ganhou o slogan: Mulher, você merece algo melhor do que o cigarro.

A campanha tem como objetivo chamar a atenção sobre os efeitos negativos do marketing direcionado para mulheres e meninas. Atualmente existem 1,1 bilhões de fumantes do mundo, destes 20% são mulheres e, em alguns países, o tabagismo feminino está crescendo. Nessa perspectiva a campanha pretende mobilizar os 170 Estados Partes da Convenção Quadro para Controle do Tabaco para que proíbam totalmente a propaganda e a promoção de produtos de tabaco, assim como o patrocínio de eventos por esses produtos.

No Brasil, felizmente, a prevalência de tabagismo vem caindo, conforme dados da última pesquisa do Ministério da Saúde realizada em parceria com o IBGE (PETAB 2008), no entanto, a redução da prevalência entre mulheres foi menor do que entre homens.

Entre os desafios, a de que em algumas regiões, as meninas estão experimentando cigarros com maior frequência do que os meninos, provavelmente sob a influência do marketing para produtos de tabaco ainda permitido no Brasil. [Fonte: INCA]


Bebê de dois anos fuma 40 cigarros por dia


Um bebê na Indonésia, com dois anos de idade, fuma 40 cigarros por dia. Enquanto ele brinca na motoca, aproveita para dar uma tragada. Foi o próprio pai quem deu o primeiro cigarro para a criança. Na época, ele tinha 18 meses.

A mãe do garoto acredita que ele está viciado. Ela contou ao jornal inglês "The Sun" que, quando não recebe os cigarros, bate a cabeça contra a parede. Já o pai afirma que o filho parece saudável. "Eu não vejo problema", disse.

No país, é comum crianças fumarem. O hábito do garoto custa mais de R$ 10 por dia para a família asiática. [Fonte: Yahoo Notícias]

Clique aqui para ver o vídeo do garoto fumando

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